Apesar de ciscar com notícias de investimentos para a região, a população do Alto Tietê, cerca de três milhões de pessoas que estão dentro do macro da Grande São Paulo, ignorada nesses últimos dois anos de mandato pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que prometeu mundos e fundos, ainda não se convenceu dos anúncios eleitoreiros feitos pelo chefe do poder executivo estadual há menos de dois anos das próximas eleições.
Em decorrência deste período eleitoreiro que já se inicia em 2025, véspera do pleito eleitoral, o Jornal Impresso Brasil (JIB), decidiu contratar o Instituto ARA com 16 anos de experiências em pesquisas e devidamente registrado no Conselho de Estatística para realizar levantamento a respeito do governo de São Paulo, Tarcisio de Freitas.
O trabalho contou com 2.200 entrevistas em 12 cidades, sendo 11 no Alto Tietê e uma no Litoral Paulista (Bertioga). O nível de confiança neste critério foi de 95% e a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O trabalho foi realizado no mês de dezembro de 2024. Os municípios envolvidos no levantamento foram: Arujá, Bertioga, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquá, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.
Sobre a pesquisa que contou com várias questões, a de avaliação sobre o mandato do governador de São Paulo foi a que mais repercutiu. Na sua opinião, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas faz um mandato bom, ruim, ótimo, péssimo ou regular? Disseram bom e ótimo 26%, já ruim e péssimo 40% e regular 34%.

Os anúncios sobre a extensão da Linha 11-Safira, reformas nas estações de Mogi das Cruzes e Itaquá, alças do rodoanel e na Ayrton Senna, regionalização do sistema de saúde o Siresp, entre outros não foram o suficiente para melhorar a imagem desgastada do governo de São Paulo que trata mal seus eleitores do Alto Tietê com instalação de pedágios, demissão de educadores prejudicando mães e pais atípicos, fechamento do Pronto Socorro (PS), do Hospital Luzia de Pinho Melo, lentidão nas consultas e exames, falta de medicamentos e melhor estrutura no prédio de retirada de medicamentos gratuitos, entre outros problemas que não houve solução. Talvez isso explique a baixa na gestão, conforme pesquisa publicada.
Confira todo o levantamento e a publicação no link abaixo: