22 de fevereiro de 2024 04:24

Ferraz: Projeto “Juntos Na Prevenção” une saúde e educação

O acesso ao aplicativo será feito por meio de um QR Code divulgado em ambas as escolas Foto: Divulgação

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Representantes da Secretaria de Saúde de Ferraz de Vasconcelos, da Diretoria Regional de Ensino de Suzano, responsável pelas escolas estaduais do município, além do Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/Aids do governo estadual se uniram para lançar duas ferramentas de comunicação aos jovens da cidade: uma aba dentro do aplicativo Padlet para discutir e tirar dúvidas sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e uma caixa de sugestões.

O lançamento foi feito durante o Fórum Municipal do projeto ‘Juntos Pela Prevenção’ realizado na manhã desta quinta-feira, dia 7, no auditório do Hospital Regional Dr. Osíres Florindo Coelho, o Regional de Ferraz. A Saúde de Ferraz aderiu este mês ao Dezembro Vermelho com ações como a realização de testes rápidos e atividades educativas sobre o tema ISTs/Aids, além da Sífilis.

O projeto já está funcionando em duas escolas estaduais da cidade, no IIjima, na Vila do Americano e no Professor Paulo Américo Paganucci, no Jardim Yone. Por meio das novas ferramentas, os jovens poderão tirar dúvidas sobre as ISTs, Sífilis, Aids e métodos contraceptivos.

O acesso ao aplicativo será feito por meio de um QR Code divulgado em ambas as escolas e com uma caixa de sugestões de forma física nas unidades para atingir todos os jovens, os que já são antenados na tecnologia e o que também não são adeptos.

A professora especialista em Currículo de Biologia, Marinete Pereira de Souza, afirmou que a participação da Diretoria Regional de Ensino é articular a prevenção e trazer os estudantes como protagonistas e para interagirem as questões de saúde e sexualidade.

Já a coordenadora do programa ISTs/Aids da Secretaria de Saúde de Ferraz, Joelma Barcelos, a parceria deve dar bons frutos com a prevenção combinada. Os adolescentes convidados para participarem do fórum aprovaram a proposta, como o Nícolas, estudante da escola IIjima, que enalteceu a importância do assunto: “Para muitos adolescentes isso ainda é tabu e muitas vezes nos sentimos mais à vontade de falar disso na escola do que em casa”, afirmou. 

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