PEGOU FOGO!
A sessão de terça (3) viu um “pega para capar” entre vereadores de esquerda e direita. Tudo aconteceu após a vereadora Sílvia da Bancada Feminista (PSOL) comentar uma notícia sobre um suposto envolvimento do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) com o banqueiro, Daniel Vorcaro.
TRETA PESADA
Por vários minutos, ocorreu troca de xingamentos e interrupções das duas partes. Lucas Pavanato (PL) saiu em defesa do deputado, assim como Adrilles Jorge (União). Já do outro lado, os ataques mais inflamados também vieram de Luna Zarattini (PT) e Luana Alves (PSOL).
ASSUSTADO
O calor dos debates foi tão intenso e inesperado que pegou desprevenido o veterano vereador Adilson Amadeu (União), que ocupa interinamente o mandato. Para ele, debates sem ofensas são aceitáveis, mas as que ultrapassam dos limites o deixa em uma atitude de perplexidade.
MAIS UMA?
Iniciativa da vereadora Ely Teruel (MDB) pede a instalação de outra CPI na Câmara. Dessa vez, a comissão teria como objetivo apurar o aumento considerável de casos de violência contra a mulher na capital. A parlamentar já o batizou como “CPI do Feminicídio”.
CONFUSÃO
Terminou mal uma ida do vereador Lucas Pavanato (PL) à USP na quarta (4). Ele resolveu visitar o campus para debater com “alunos” do lugar sobre o aborto. O clima esquentou e uma briga generalizada deixou como saldo feridos e muitos indo parar na delegacia.
ABSURDO
Um vídeo divulgado pelo próprio Pavanato mostrou quando a vereadora por Praia Grande (SP), Eduarda Campopiano (PL), levou um soco na boca de um rapaz. Ela também teve o celular furtado. O agressor acabou sendo identificado e preso.
DESPEDIDA
Uma notícia, no mínimo, curiosa apareceu nos grandes portais esta semana. Trata-se de uma declaração do ex-prefeito e cacique do PSD, Gilberto Kassab, em que manifestou o desejo de encerrar sua vida política como vereador da capital, primeiro cargo a qual foi eleito em 1992.
CAVEIRÃO
Um “espigão” em péssimas condições localizado na Rua do Carmo, no Centro, está perto de ser demolido pela Prefeitura. Construído nos anos 1960, o prédio, batizado de “Caveirão”, foi abandonado antes do término. Em torno de R$ 6 milhões serão gastos para o desmonte.