Atacante Gabriel Martinelli vaga de Raphinha: ‘Pode colocar’

Atacante Gabriel Martinelli falou sobre sua utilização no jogo entre Brasil x EscóciaFoto: Nelson Terme/CBF

O atacante Gabriel Martinelli pode ser uma surpresa no ataque da Seleção Brasileira para a partida diante da Escócia na próxima quarta-feira (24) como eventual ocupante da vaga deixada por Raphinha, que saiu machucado diante do Haiti.

O atacante Gabriel Martinelli, do Arsenal, afirmou nesta segunda (22) que prefere atuar pelo lado esquerdo, mas garantiu estar preparado para jogar na direita caso seja a escolha de Carlo Ancelotti para o duelo contra a Escócia.

Ao comentar a disputa pela posição, Martinelli lamentou a ausência do companheiro e destacou a versatilidade do setor ofensivo brasileiro.

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“Primeiro, a gente fica triste pelo que aconteceu com o Raphinha. A gente reza para que ele consiga voltar o mais rápido possível”, começou o atacante. Em seguida, ele explicou que já está acostumado a desempenhar diferentes funções no ataque.

Atacante Gabriel Martinelli pode ocupar vaga de Raphinha

“Eu, particularmente, prefiro jogar na esquerda. Mas no Arsenal já fiz bastante à direita. Fiz um pouco também no jogo contra a França aqui com o Ancelotti pela direita”.

“É deixar isso nas mãos do professor. Ele que decide. Com certeza, todos ali estão dando o nosso melhor dentro de campo para estar preparados”, concluiu. “Se ele falar para jogar de lateral direita, eu falo: ‘Claro, mister, pode colocar’.”

A utilização do atacante Gabriel Martinelli e a definição do substituto de Raphinha é uma das principais dúvidas da Seleção Brasileira para a partida contra a Escócia, pelo grupo C pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Martinelli, que entrou bem na vitória sobre o Haiti, aparece entre os candidatos à vaga ao lado de outras opções do setor ofensivo.

Premier League x Copa

Durante a coletiva, o atacante Gabriel Martinelli também foi questionado sobre a intensidade dos jogos na Copa.

Ele destacou que as condições climáticas têm dificultado que as equipes atuem no mesmo nível físico apresentado em seus clubes, e também citou o pouco tempo de convivência entre os atletas das seleções como outro elemento que interfere no rendimento.

“Às vezes, não estão acostumados a jogar tanto com os mesmos jogadores. Não jogam há muito tempo”, explicou. “Eu, particularmente, acho que a Premier League ainda continua sendo mais intensa que essa Copa, pelo calor, pelos campos que a gente vem jogando. Mas, com certeza, está sendo uma Copa muito bonita, com jogos de qualidade e de alta intensidade”, completou.

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