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Volkswagen Golf e mais 4 hatches mdios usados por menos que um Polo novo

É fato que o carro é mais do que um mero meio de transporte por despertar desejos e paixões. Por isso, com menos que R$ 107.990, valor de um Volkswagen Polo Sense 0 Km, listamos cinco hatches médios como o Golf. São modelos mais potentes, equipados e mais espaçosos que farão você se apaixonar.

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Confira quais são os potenciais candidatos que poderão fazer parte da sua nova aquisição e descubra os pontos fortes e fracos de cada um deles.

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1 – CHEVROLET CRUZE 1.4 TURBO SPORT6 LTZ AT 2016

Chevrolet Cruze Sport6 tem motor 1.4 turboflex de 153 cv e câmbio automático de seis marchas
 Imagem: Divulgação

O Chevrolet Cruze Hatch (conhecido como Sport6) chegou em 2012 com a missão de substituir o Vectra Hatch. Inicialmente foi oferecido nas versões LT e LTZ, sempre com o motor 1.8 flexível de até 144 cv associado ao câmbio manual ou automático, ambos com seis marchas. 

Nessa geração, fatos marcantes como o facelift, motor recalibrado resultando em maior desempenho e aumento na lista de itens de série e opcionais, incorporados à linha 2015, aumentaram o seu custo-benefício. Além disso, os modelos 2016 estrearam o sistema OnStar, que oferece serviços de concierge, emergência, segurança e conectividade. 

Para 2017, chegou a segunda geração, importada da Argentina, que ficou ainda mais esportiva que a nacional, não só no visual, mas também no desempenho. Dessa vez, chegou o motor 1.4 turbo flex – com injeção direta – de até 153 cv acoplado somente à caixa automática de seis velocidades. 

Estava disponível para ambas as versões, LT e LTZ, e se estendeu à esportiva RS em 2023. Fazia de zero a 100 km/h em 9 segundos e velocidade final de 214 km/h. No consumo, apenas 6,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada com etanol, mas com gasolina, rendia bons 10,1 km/l e 13,1 km/l, respectivamente

Bem completo, a LTZ é uma boa escolha, trazendo seis airbags, faróis com luzes de condução diurna em LED (DRL), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, sensor crepuscular e de chuva, abertura das portas por aproximação e partida do motor remota pela chave, espelhos retrovisores externos com aquecimento e rebatimento elétrico, teto solar e central multimídia MyLink2 com tela de 8” sensível ao toque e navegador integrado.

  • Preço médio: R$ 91.100
  • Principais prós: equipamentos e robustez
  • Principais contras: baixo vão livre do solo e porta-malas

2 – VOLKSWAGEN GOLF 1.4 TSI HIGHLINE AT 2016

Volkswagen Golf 2018
Volkswagen Golf vem bem equipado e com conjunto bem acertado, apenas deve-se ter cauteloso com o câmbio DSG
Imagem: Divulgação

O Golf é um dos hatches médios favoritos de quem ama desempenho e esportividade, e nisso ele tem de sobra. Em 1994, chegou, logo de cara, na versão GTI, hoje uma das mais desejadas. Foi importada do México só com duas portas e motor 2.0 aspirado, a gasolina, de 114 cv e câmbio manual de cinco marchas.

Em 1995, vieram a luxuosa GLX, também do México, e a básica GL (vinda da Alemanha), ambas só com quatro portas. A VR6 com o 2.8 V6 de 174 cv marcou a terceira geração (MK3).

Em 1998, surgiu o Golf (MK4), importado da Alemanha, só oferecido na opção com quatro portas e motores 1.6 SR de 101 cv e 2.0 com 116 cv, além da 1.8 20V Turbo de 150 cv, destinada à GTI. Em 1999, algumas opções foram nacionalizadas. 

Nessa geração, o hatch teve versões com duas portas (GTI), estreia do câmbio Tiptronic, e até a cobiçada VR6 com 200 cv e câmbio manual de seis marchas, com tiragem de apenas 99 unidades. 

Nessa carroceria, o hatch médio da VW ficou em produção até 2011, pois em 2013 passou a ser importado nas opções 1.4 turbo de 140 cv e 2.0 turbo de 220 cv, destinada a GTI. 

Em 2016, passou a ser produzido no Brasil, época em que o câmbio Tiptronic de seis marchas foi trocado pelo DSG de dupla embreagem e sete velocidades. Nessa fase, o motor 1.4 passou a ser flex, garantindo a ampliação da potência para 150 cv no etanol e gasolina. No consumo, com câmbio automático de seis marchas, o Golf rendia 7,7 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada (etanol) e 11,3 km/l no ciclo urbano e, no rodoviário, 13,7 km/l (gasolina).

Na Highline, há bancos de couro, ar-condicionado digital, multimídia com tela de 6,5”, controles de estabilidade e de tração, diferencial com bloqueio eletrônico XDS e o opcional do teto solar.

Com tudo isso, o Volkswagen Golf reúne desempenho, estilo e a sólida imagem construída no mercado brasileiro, o que faz dele uma compra confiável. 

  • Preço médio: R$ 91.300
  • Principais prós: estilo e ampla rede de autorizadas
  • Principais contras: manutenção e seguro caros

 
3 – VOLVO V40 2.0 T4 MOMENTUM AT 2019

Volvo V40
Volvo V40 deixou de ser vendido no Brasil, mas tem uma série de qualidades, inclusive, bom desempenho
Imagem: Divulgação

O Volvo V40 é um hatch médio lançado em 2013 para suceder o incompreendido C30. Ao contrário deste, o V40 trouxe melhorias como o melhor espaço interno, com a vantagem das quatro portas.

Importado da Bélgica, o V40 chegava na versão Dynamic e três pacotes (Sport, High Tec e Safety). No entanto, seja qual fosse, todas vinham com um motor 2.0 de cinco cilindros, com turbocompressor, de 180 cv.  A transmissão era a automática de seis marchas, com opções de trocas manuais por meio de aletas. Potente, fazia de zero a 100 km/h em 8,7 segundos e atingia a velocidade máxima de 220 km/h. 

Mais tarde, chegou a esportiva R-Design que se diferenciava pela menor altura em relação ao solo (em 15 mm), além de para-choques esportivos, difusor traseiro e rodas especiais de 18 polegadas e cores vibrantes como a azul Rebel Blue.

O motor era o mesmo 2.0 turbo de 5 cilindros da Dynamic, mas ganhou mais 30 cv, resultando em 210 cv. O torque foi mantido em 30,6 kgfm. Com essa receita, o R-Design fazia de zero a 100 km/h em 8,1 segundos e máxima de 210 km/h. Além dessa, chegava também a aventureira Cross Country, diferenciada basicamente pela suspensão elevada em 4 cm, rack de teto, grade exclusiva etc.

A Momentum, lançada no final de 2015, chegou com motor turbo 2.0 T4 de 190 cv que, com a caixa automática de seis trocas, fazia os 0-100 km/h em 6,9 s e final de 230 km/h. No consumo, é digno de elogios entre os donos. São 10,1 km/l e 12,6 km/h (Inmetro). 

De série, traz faróis de xenônio, acesso ao veículo e partida do motor sem chave, sensores de estacionamento e de chuva, painel de instrumentos configurável, entre outros mimos. 

O V40 deixou de ser importado em 2019, mas é uma boa opção para quem faz questão de luxo, conforto e principalmente segurança. 

  • Preço médio: R$ 92.000
  • Principais prós: estilo e segurança
  • Principais contras: manutenção cara e pouca rede de autorizadas 

4 – AUDI A3 1.8 16V TFSI SPORTBACK AMBITION AT 2016

Audi A3
Audi A3 também é um dos hatches médios sofisticados que custam menos que um Polo Sense 0 km
Imagem: Divulgação

O Audi A3 chegou importado da Alemanha em 1996 através da Senna Import. Produzido sobre a mesma plataforma do Volkswagen Golf, o compacto premium da Audi chegava na configuração com duas portas e motores de quatro cilindros 1.8 20V, aspirado, de 125 cv e 1.8 turbinado de 150 cv.

Além dessas opções, a marca chegou a oferecer 1.6 aspirada com 101 cv e o esportivo S3 que contava com o propulsor de 210 cv e 225 cv, com a tração integral “quattro”.  

O hatch fez tanto sucesso que a Audi resolveu fabricá-lo no Brasil a partir de 1999, na mesma fábrica da Volkswagen, em São José dos Pinhais. Porém, só vinha na configuração com quatro portas. Em comum com o primo Golf, o A3 nacional compartilhava muitos itens, tudo em razão de não encarecer o preço final.

Com o fim de sua produção em 2006, no mesmo ano chega a segunda geração, só que voltaria a ser importada da Alemanha. Batizada de Sportback. Na motorização, era ofertado desde o 1.6 aspirado de 102 cv com câmbio manual de cinco marchas até o turbinado 2.0 TFSI de 200 cv, com transmissão automatizada de seis posições. 
A partir de 2010, a opção com motor 2.0 TFSI passou a ser importada na versão Sport, que se diferenciava pela carroceria de duas portas.

Já para 2013, estreou a terceira geração do A3, inicialmente com duas portas e motor 1.8 turbo de 180 cv e, mais tarde, vieram as variantes com quatro portas e propulsor 1.4 de 122 cv. A essa altura, a opção com motor 1.8 também passava a ser vendida com quatro portas. Ela faz 9,6 km/l na cidade e 14 km/l na estrada.

Na versão Ambition, é possível encontrar bancos em couro, ar-condicionado de duas zonas com ajuste digital e automático, volante multifuncional com opções de trocas manuais de marchas e por aí vai.

  • Preço médio: R$ 92.500
  • Principais prós: conforto e desempenho
  • Principais contras: manutenção cara e pouca rede de autorizadas 

5 – MERCEDES-BENZ A 200 1.6 16V TURBO FLEX URBAN AT 2016

Mercedes Classe A
Mercedes Classe A Imagem: Divulgação

O primeiro Mercedes-Benz Classe A (W168) surgiu na Alemanha como um monovolume em 1996 e, no Brasil, passou a ser produzido a partir de 1999 com motores 1.6 de 99 cv nas versões Classic e Elegance e, no ano seguinte, viria a 1.9 de 125 cv e o 1.6 com 102 cv. Em 2002, chegou a versão topo de linha Avantgarde. Essa geração permaneceu até 2005. 

Em 2012, passou a ser conhecido como A 200. Era a terceira geração (W176) que passou a ser importada da Alemanha ao Brasil a partir de 2013, nas versões Style e a mais sofisticada Urban. Ambas vinham com propulsor 1.6 de quatro cilindros, turbo, com potência de 156 cv, sempre em sintonia com o câmbio de dupla embreagem de sete marchas, com opções de trocas atrás do volante.

Em 2015, o 1.6 passou a ser flexível, contando com a mesma potência de 156 cv, tanto abastecido com gasolina quanto com etanol. O torque de 25,5 kgfm também prevalecia o mesmo quando colocados os dois combustíveis. 

Em termos de consumo, nada mudava também com a gasolina, permanecendo os 10,5 km/l no uso urbano e 12,6 km/l no rodoviário. No etanol, o rendimento caía para 7,2 km/l e 8,8 km/l, respectivamente. Parte do baixo consumo de gasolina se deve ao sistema start/stop (que desliga o motor em pequenas paradas) que continuou a ser oferecido em todas as configurações do Classe A. 

Para 2016, o Classe A ganhou o primeiro facelift acompanhado de outros importantes avanços, como o sistema Dynamic Select, no qual o motorista podia escolher por meio de um botão entre os modos Eco, Comfort, Sport e Individual.

Com foco na esportividade e no luxo, o Classe A Urban já vem bem equipado com farol de bi-xenônio com LED de luzes diurnas, lanterna traseira em LED, bancos em couro e volante multifuncional com revestimento em couro, entre outros inúmeros itens de conforto e segurança.

  • Preço médio: R$ 93.000
  • Principais prós: equipamentos e acabamento
  • Principais contras: manutenção cara e pouca rede de autorizadas 

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