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Um incidente de segurança mobilizou a Força Aérea dos Estados Unidos na tarde deste domingo (29). Caças F-16 foram acionados às pressas para interceptar uma aeronave civil que violou uma Restrição Temporária de Voo (TFR) sobre Palm Beach, na Flórida — região onde o presidente Donald Trump cumpre agenda oficial.
O alerta ocorreu por volta das 13h15 (horário local), após as autoridades perderem a comunicação com um avião de aviação geral. Durante a interceptação, os caças do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) chegaram a disparar flares (sinalizadores térmicos) para atrair a atenção do piloto civil e estabelecer contato.
Em nota oficial à imprensa local, o NORAD esclareceu que o uso de sinalizadores é um procedimento padrão de comunicação visual e não representa risco à população em solo. “Os sinalizadores queimam de forma rápida e completa, sendo empregados com o mais alto rigor de segurança”, afirmou o órgão.
O Aeroporto Internacional de Palm Beach chegou a declarar um ground stop (suspensão total de decolagens e pousos) enquanto os militares escoltavam a aeronave invasora para fora da zona restrita.
A Casa Branca e o Serviço Secreto informaram que nem o presidente, nem o avião presidencial Air Force One, estiveram em perigo. No momento do incidente, Trump estava em seu campo de golfe particular, o Trump International Golf Course, e a decolagem oficial de retorno a Washington estava prevista apenas para o período da noite.
Embora relatos iniciais de passageiros em solo sugerissem a presença de um drone ou o uso de helicópteros de combate, o Serviço Secreto desmentiu as informações.
“Violações de espaço aéreo são relativamente comuns. O helicóptero avistado por testemunhas estava autorizado para aquela área específica e não tinha relação com a invasão da zona restrita”, afirmou um porta-voz da agência.
A Administração Federal de Aviação (FAA) limitou-se a informar que as operações no aeroporto já foram normalizadas, atribuindo a lentidão momentânea ao volume de tráfego aéreo na região.