23 de abril de 2024 08:55

Presidente revela trâmites para comprar prédio da Câmara de Itaquá

Prédio hoje ocupado pela Câmara deverá ser adquirido definitivamente. Decisão dependerá apenas da Justiça que irá revelar o valor a ser pago Foto: Divulgação

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Tanto a Prefeitura Municipal de Itaquá quanto a Câmara de Vereadores estão aguardando a determinação da Justiça que deverá estipular o valor do prédio em que o Poder Legislativo está instalado na cidade, para que haja a sua desapropriação.

De acordo com o presidente do Parlamento, David Ribeiro da Silva (PP), o David Neto, de 53 anos, os procuradores da Casa de Leis, estão aguardando agenda para a realização da audiência com o juiz que é responsável por este processo.

Iremos pedir celeridade e vale lembrar à sociedade, que já há o depósito em juízo, no valor de R$ 10 milhões e 400 mil”, explicou o parlamentar, assinalando, ainda, que a avaliação de uma perícia judicial também deve ser solicitada para estipular o valor do imóvel.

Isso para que fique claro que não estamos manipulando os valores”. Durante a entrevista, David Neto argumentou que tentou negociar com o proprietário do imóvel, por várias vezes, mas não teve acordo, então, os Poderes Executivo e Legislativo, optaram pela desapropriação, visto que a área foi declarada de utilidade pública, por meio de decreto e lei municipal, amparando a desapropriação.

O processo é demorado mesmo”, revela David Neto, frisando que ele já se arrasta por três anos, indo para o quarto. Ele assinalou que nos próximos 10 anos, a economia para os cofres públicos, será de aproximadamente R$ 70 milhões.

Esse dinheiro que economizamos, deverá seu usado nas áreas da educação, saúde, habitação e social”.

Com o objetivo de desapropriar o terreno, economizar com o pagamento de aluguéis, que hoje estariam sendo cobrados aproximadamente R$ 200 mil por mês e ter sede própria para o Parlamento, a municipalidade declarou a área de 2.565,24m² onde está instalada a Câmara Municipal, na Rua Vereador José Barbosa de Araújo, nº 267, na Vila Virgínia, como objeto necessário para a prestação de serviço público aos munícipes.

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