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Prefeitura terá equipes qualificadas para agir em caso de importunação sexual, racismo e LGBTfobia

Também haverá a distribuição de pulseiras para a identificação de crianças para facilitar sua localização caso se percam dos responsáveis

 

A Prefeitura de São Paulo adotou uma série de medidas para tornar o Carnaval 2025 mais alegre e seguro, como a intensificação do protocolo Não se Cale, a distribuição de pulseira de identificação de crianças e tendas de Direitos Humanos montadas estrategicamente ao lado dos Postos de Atendimento Médico. Além disso, diariamente 25 agentes descaracterizados vão circular pelas áreas de maior movimento como forma de intensificar a segurança e prevenir o assédio contra mulheres.

No carnaval de rua, unidades móveis de Direitos Humanos estarão a postos das 10h às 17h, começando no dia 22 de fevereiro e atuando até 9 de março, posicionadas estrategicamente ao lado dos Postos de Atendimento Médico. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), a Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU), por meio da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

Além dos agentes descaracterizados, em outra frente, a Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais (IDMAS), da Guarda Civil Metropolitana, irá atuar com 46 agentes por dia (durante o pré, carnaval e pós), totalizando 368 agentes e oito viaturas. As equipes também vão atuar em conjunto com os profissionais da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDHC).

Para crianças, haverá a distribuição de pulseiras para identificação, de modo a facilitar sua localização caso se percam dos responsáveis. Se for dada falta de algum adulto, o serviço da Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos também poderá ser acionado.

No Sambódromo, a equipe estará presente nos dias 22 e 28 de fevereiro e 1º e 2 de março, com duas tendas no corredor de serviços do local. A equipe de plantão contará com o apoio do programa Guardiã Maria da Penha, da GCM, que garantirá que a pessoa atendida possa chegar até uma viatura se o deslocamento for necessário.

Além disso, avisos sonoros serão veiculados nos intervalos dos desfiles com orientações, cartazes informativos estarão afixados em locais estratégicos e pessoas que vão trabalhar no sambódromo serão sensibilizadas para saber como proceder diante de violações de direitos.

Durante o desfile das escolas de samba, entre uma apresentação e outra, equipes da SMDHC vão exibir faixas com mensagens de proteção aos Direitos Humanos e informações relevantes sobre os serviços oferecidos.

Principais ações:
– Unidades móveis de Direitos Humanos: Estarão presentes nos blocos de rua e no Sambódromo para receber denúncias e acolher vítimas de assédio sexual e outras violações;
– Tendas de atendimento: Serão montadas nos principais locais de concentração para oferecer apoio e orientação;
– Distribuição de pulseiras para identificação de crianças: Para garantir a segurança e localização das crianças em caso de perda;
– Avisos sonoros com orientações: Serão veiculados nos intervalos dos desfiles para informar e sensibilizar o público.

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