Porto de SC investe R$ 8 mi em draga de 166 metros

Draga gigante de R$ 8 milhões começa operação para retirar sedimentos em porto de SC Foto: Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

A draga belga Galileo Galilei, de 166 metros de comprimento, iniciou, nesta sexta-feira (4), uma operação de R$ 8 milhões para retirar cerca de 200 mil metros cúbicos de sedimentos do Porto de São Francisco do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina.

A obra busca manter em 14 metros a profundidade da dársena, área interna utilizada para a atracação de navios.

O valor da obra é custeado com recursos próprios da autoridade portuária. A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em 10 dias.

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Como funciona a dragagem no Porto de São Francisco do Sul

A área de dragagem é de 133 mil metros quadrados, equivalentes a 20 campos de futebol.

Os 200 mil metros cúbicos de sedimentos removidos serão transportados para uma área de descarte em alto-mar, determinada pelos órgãos ambientais, a 23 quilômetros do Porto de São Francisco do Sul.

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    Draga Galileo Galilei iniciou a operação de manutenção no Porto de São Francisco do Sul - Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

    Draga Galileo Galilei iniciou a operação de manutenção no Porto de São Francisco do Sul – Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

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    Equipamento de 166 metros de comprimento realiza a retirada de sedimentos no porto - Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

    Equipamento de 166 metros de comprimento realiza a retirada de sedimentos no porto – Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

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    Draga tem capacidade para carregar até 18 mil metros cúbicos de sedimentos por viagem - Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

    Draga tem capacidade para carregar até 18 mil metros cúbicos de sedimentos por viagem – Porto de São Francisco do Sul/Reprodução/ND Mais

O ciclo de dragagem é composto por etapas de dragagem e carregamento de sedimentos na cisterna, navegação até a área de descarte (cisterna cheia), despejo dos sedimentos na área de despejo (bota-fora), retorno à área de dragagem (cisterna vazia) e reinício da operação de dragagem.

Na prática, a draga, da empresa Jan de Nul do Brasil usa tubos para sugar os sedimentos do fundo do mar e armazená-los em seu reservatório. Quando a cisterna fica cheia, o equipamento segue até a área de descarte, conhecida como “bota-fora”, onde o material é depositado no fundo do mar.

Conheça a estrutura da draga gigante Galileo Galilei

A draga é considerada uma das mais modernas do mundo, com 166 metros de comprimento e capacidade de carregamento de 18 mil metros cúbicos, o equivalente a cerca de 1.800 caminhões trucados.

O equipamento funciona como autotransportadora de sucção e arrasto, conhecida como draga Hopper. Ao todo, pode acomodar 32 tripulantes.