CASSADO
O vereador Rubinho Nunes (União) foi condenado a perda do mandato devido a uma postagem em suas redes sociais antes do primeiro turno das eleições de 2024, de um possível atestado toxicológico de Guilherme Boulos, então candidato a prefeito pelo PSOL.
FAKE NEWS
A decisão do TRE foi proferida na sexta-feira passada pelo juiz Eleitoral, Antônio Maria Patiño Zorz, que alegou que o então candidato praticou “desinformação” contra Boulos.
SEGUE O JOGO
Apesar disso, Rubinho prossegue no mandato, pois a decisão foi proferida em primeira instância. Em havendo condenação em foro superior, Câmara poderá ter o poder de cassá-lo.
MEU ERRO
A resposta do vereador, conhecido por causas como o combate aos pancadões pela capital, foi a de que entrará com recurso e que, logo ao saber do problema, pediu a retirada da postagem, além de dizer ser vítima da “maior injustiça de sua vida“.
NÃO VÃO ME CALAR
Durante fala na tribuna, Rubinho disse que o cassaram pela “coragem de enfrentar o sistema” e não foi eleito para agradar quem quer que fosse e que, por mais que o cassem, não vão apagar e não vão reescrever a história.
NA GUILHOTINA
Caso Rubinho saia, uma outra vítima do corte da navalha dos votos dele seria Adrilles Jorge, seu colega de partido, eleito com 25.038 votos.
COM A PALAVRA…
A este jornal, Adrilles respondeu que está tranquilo quanto a isso, além de considerar a decisão injusta, o que reforça sua tese de “perseguição” de políticos mais à direita do debate político.
GENOCÍDIO
Sandra Tadeu (PL) usou esse rótulo para repudiar de forma enfática a liberação dos mototáxis, chegando até a passar uma matéria recente do “Fantástico“, da TV Globo, no plenário, que reforçava a alta letalidade contida nos acidentes que envolvem motociclistas.
EI, PSIU!
João Ananias (PT) alertou para a falta de fiscalização do PSIU, programa da prefeitura que combate o excesso de ruído em horários incômodos, em especial na região próxima ao Vale do Anhangabaú.
REPÚDIO
Vereadoras se revoltaram contra o caso absurdo ocorrido com todas as deputadas estaduais, de esquerda e de direita, que receberam ameaças de agressão sexual por meio de e-mails, em um dos raros momentos de consenso ideológico.