Nova York foi eleita a melhor cidade do mundo em 2026 pelo Índice Global de Cidades 2026, da Oxford Economics. A metrópole americana obteve a pontuação máxima de 100 e liderou tanto na classificação geral quanto na categoria economia, com nota 100, segundo dados do próprio ranking.
Londres ficou em segundo lugar, com 98,8 pontos, e liderou em capital humano (100). Paris completou o pódio em terceiro, com 93,4 pontos, destacando-se em qualidade de vida (88,1).
O ranking completo das 25 primeiras
O índice permite consultar os resultados de cada cidade em uma escala de zero a 100 e apresenta as pontuações por categoria. Confira abaixo as 25 primeiras colocadas:
Destaques regionais e outras posições
O índice mostra um amplo domínio de cidades americanas e europeias nas primeiras posições. Os Estados Unidos sozinhos respondem por 30 das 100 primeiras colocadas, enquanto Europa e América do Norte concentram 78 das 100 primeiras posições.
Entre outras posições relevantes:
26. Helsinque (Finlândia) — 82,7
27. Luxemburgo — 82,5
28. Houston (EUA) — 82,2
29. Singapura — 82,1
30. Madri (Espanha) — 81,7
38. Seul (Coreia do Sul)
48. Taipé (Taiwan)
62. Montreal (Canadá)
65. Kuala Lumpur (Malásia)
69. Calgary (Canadá)
72. Barcelona (Espanha)
87. Hong Kong (China)
93. Shenzhen (China)
Metodologia e tendências
O índice avalia cinco categorias: economia, capital humano, qualidade de vida, ambiente e governança. Cada categoria recebe uma nota de 0 a 100, e as cinco se combinam em uma pontuação geral.
Segundo a Oxford Economics, as cidades americanas se destacam principalmente pela força econômica e pelo capital humano, enquanto as europeias obtêm melhores resultados em qualidade de vida, ambiente e governança.
A metodologia parte do princípio de que as oportunidades econômicas não se distribuem de forma uniforme dentro de um país. Por isso, algumas áreas urbanas superam o desempenho de suas economias nacionais graças à oferta de trabalho, às instituições e à capacidade de captar investimento.
O estudo também aponta que cidades asiáticas como Xangai, Pequim e Délhi, atualmente fora do top 100, devem registrar os maiores aumentos de PIB até 2050. Dubai e Riad entraram pela primeira vez entre as 50 primeiras colocadas.