O governo dos Estados Unidos da América (EUA) divulgou novas diretrizes que ampliam a liberdade religiosa no serviço público federal. O memorando, emitido pelo Escritório de Gestão de Pessoal (OPM) sob a gestão de Scott Kupor, autoriza servidores a exibirem símbolos religiosos, participarem de orações fora do expediente, debater suas crenças e convidarem colegas para eventos religiosos, desde que não configurem assédio.
A orientação determina que agências revisem suas políticas internas para garantir o cumprimento da Lei dos Direitos Civis de 1964, que protege práticas religiosas no ambiente de trabalho.
Segundo Kupor, a medida garante que nenhum funcionário tenha que escolher entre a fé e a carreira. A decisão integra uma série de ações do governo Trump voltadas à defesa da liberdade religiosa, incluindo ordens executivas e criação de comissões específicas.
O posicionamento foi elogiado por líderes religiosos e criticado por entidades que apontam riscos de coerção em ambientes hierárquicos.