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Gestão Marcelão derruba praias e tem queda de emprego em Bertioga

Quando a fase é ruim, parece que tudo conspira contra. Esse talvez seja o caso de Bertioga, cidade litorânea que passa por uma das piores gestões desde a sua emancipação político- administrativa.
Se não bastasse o péssimo desempenho do prefeito Marcelo Vilares (União), com quase 60% de rejeição e uma equipe de assessores que estão mais preocupados com a folha de pagamento no final do mês do que os problemas diários que acontecem na cidade, o município poderia estar bem melhor.
As reclamações dos bertioguenses são muitas: vão desde exames médicos terrivelmente problemáticos, consultas ao deus-dará, só Ele (Deus), sabe quando, agendamentos, leitos hospitalares, serviço de transporte de pacientes, além da falta de zeladoria, com ruas esburacadas, mato invadindo calçadas e vias públicas, vários aparelhos públicos abandonados, ruas sem asfalto, insegurança, viaturas da segurança paradas, aumento da criminalidade, índices vergonhosos, taxa negativa do desemprego e para piorar, o turismo não consegue alavancar por causa da falta de incentivo do município que deixa de propagar a cidade.
Na gestão passada, por exemplo, Bertioga foi se tornando uma opção para quem buscava lazer, tranquilidade e beleza, já na atual gestão, tudo isso sumiu.
Muitos turistas estão procurando outras cidades como São Sebastião, Ilhabela, Caraguá e Ubatuba. O processo de crescimento que vinha Bertioga acabou freando após o prefeito TiK ToK (Marcelo Vilares), como é conhecido na cidade, assumir o governo municipal.
Sem praias:
Para piorar a gestão Marcelão, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), emitiu sinal de alerta para algumas praias que estão impróprias para uso. São elas: São Lourenço, Indaiá, Vista Linda, Rio da Praia (Colonia do Sesc) e Enseada (área central).
A medida de segurança, por um lado, contribui para o alerta aos turistas, porém, espanta os outros que não enxergam motivos para desembarcar na cidade como as praias impróprias.
Desemprego:
A gestão Marcelão é tão ruim que neste início de ano, Bertioga já entra em baixa, com base nos dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o mercado de trabalho segue preocupante em janeiro deste ano, período considerado importante para cidades turistícas, foram gerados apenas 708 trabalhos e 887 demissões, com saldo negativo.

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