Tem crescido em diferentes cidades brasileiras o número de Câmaras Municipais que votam a favor de Projetos de Lei que autorizam o uso da Bíblia como material complementar em escolas da rede pública. A proposta, defendida por vereadores de várias regiões, não estabelece obrigatoriedade, mas permite que o livro seja utilizado em atividades paradidáticas voltadas à disseminação de conteúdos culturais, históricos, geográficos e até arqueológicos.
Entre as cidades que já aprovaram a medida estão Belo Horizonte (MG), Divinópolis (MG), Rio Branco (AC) e Joinville (SC). Em Timóteo (MG), o projeto avançou na Comissão de Constituição e Justiça e segue em tramitação, enquanto em Curitiba (PR) a proposta também está em análise.
Parlamentares favoráveis ressaltam que a iniciativa contribui para ampliar o repertório cultural dos estudantes, sem impor caráter religioso.
Especialistas em educação ressaltam que, quando utilizada como apoio pedagógico, a obra pode enriquecer debates sobre literatura, filosofia, sociologia e até mesmo sobre a formação de valores éticos.