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Adapar conclui operação sanitária com 414 inspeções e reforço à prevenção à Influenza aviária

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná realizou até dia 26 de março, uma operação voltada ao enfrentamento da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em municípios do Litoral paranaense. A ação mobilizou 16 servidores e resultou em 414 fiscalizações, abrangendo propriedades com criações de aves de subsistência, conhecidas como de fundo de quintal, além de estabelecimentos comerciais que atuam na venda de produtos veterinários.

Durante a operação, além das inspeções, foram promovidas atividades de educação sanitária. As equipes orientaram proprietários sobre a doença, reforçando medidas de prevenção e controle. As ações de conscientização também destacaram os impactos econômicos que podem surgir em caso de embargos sanitários, além de alertar que a influenza aviária de alta patogenicidade é uma zoonose, com reflexos diretos na saúde pública.

A iniciativa contou ainda com o apoio de médicos-veterinários do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), vinculado à Petrobras como parte das exigências de licenciamento ambiental estabelecidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. O projeto é executado pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná.

A participação do PMP-BS ocorreu no início da operação, quando os profissionais colaboraram com os servidores da Adapar em simulações de procedimentos e na realização de necrópsias, com foco na identificação de sinais de possíveis enfermidades em aves.

Manter o status sanitário de área livre de influenza aviária é considerado estratégico tanto para a saúde pública quanto para a economia estadual. O Paraná se destaca como o maior produtor de proteína animal do país, liderando com ampla margem o setor de carne de frango e respondendo por mais de um terço da produção nacional.

Esse contexto está alinhado ao conceito de Saúde Única, que integra as dimensões humana, animal, vegetal e ambiental. Nesse cenário, o controle de doenças tem impacto direto na geração de empregos, no desenvolvimento econômico e no abastecimento alimentar em todo o país.

A operação integra um conjunto contínuo de ações conduzidas em diferentes regiões do Estado pela Divisão de Sanidade Avícola (Disav). Em 2025, as atividades tiveram foco no Sudoeste do Paraná. No Estado, todas as granjas registradas devem seguir as exigências de biosseguridade estabelecidas pela Portaria Adapar nº 242/2022 e pela Instrução Normativa MAPA nº 56/2007, que definem padrões técnicos essenciais para garantir a sanidade dos plantéis, evitar a entrada de agentes patogênicos e assegurar a regularidade dos estabelecimentos perante o serviço oficial.

Com informações da Adapar

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