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Startup Paulistana Cria Clone Médico a Partir de Tecnologia da Britânica Elevenlabs

Getty Images


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Em um cenário onde a inteligência artificial redefine os limites da comunicação, da medicina e da experiência digital, uma startup brasileira desenvolveu  um projeto que envolve IA e saúde. A DMZ, plataforma paulistana especializada em conteúdo e estratégias baseadas em IA, liderou o desenvolvimento do Dr. Bones IA, um clone médico digital do goianiense Bones Gonçalves Jr, sócio da apresentadora Ana Hickmann, que combina 14 tecnologias para oferecer orientação dermatológica em escala.

O projeto é fruto da colaboração entre a DMZ e a britânica Elevenlabs, considerada uma das 50 startups de IA mais promissoras do mundo pela Forbes USA. Avaliada em US$ 3,3 bilhões, a Elevenlabs é responsável pela sofisticada tecnologia de voz que dá vida ao avatar digital, tornando-o multilíngue e capaz de adaptar sua comunicação às nuances culturais de diferentes regiões.

A DMZ lidera a curadoria de dados, arquitetura de linguagem e a integração entre as ferramentas de IA generativa. “O Dr. Bones IA foi gestado a partir de uma profunda pesquisa da trajetória profissional do doutor Bones”, explica Daniel Santos, cofundador da DMZ ao lado de João Pedro Raupp. “Nosso papel foi transformar esse legado em um agente digital que atua como um ‘dermatologista amigo’, acessível 24 horas por dia, com empatia, ética e profundidade técnica.”

Para isso, a DMZ construiu um mapa de dados reunindo publicações científicas, podcasts, entrevistas e experiências clínicas do médico. Essa base alimenta um ecossistema de IA que inclui Claude AI (da Anthropic), Gemini, GPT, OpenAI Playground, Relevance AI e Google AI Studio. Cada tecnologia cumpre uma função específica: da interpretação semântica à geração de respostas contextualizadas, passando pela atualização constante com base em novos estudos e diretrizes médicas.

“O que criamos é um sistema vivo, que aprende, se adapta e entrega valor real ao usuário”, afirma Santos. “Não se trata de substituir o médico, mas de ampliar o acesso à informação de qualidade e fortalecer a relação entre pacientes e profissionais de saúde.”

O modelo, segundo a DMZ, pode ser replicado para outras especialidades médicas e até mesmo para setores como educação, jurídico e bem-estar. “Estamos falando de uma nova fronteira da comunicação digital, onde marcas, especialistas e instituições poderão criar agentes inteligentes que representem seus valores com consistência e humanidade”, projeta Santos.

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