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Melania Trump Quer Robôs-professores nas Escolas Americanas

Um robô humanoide foi quem introduziu a primeira-dama Melanie Trump no histórico Salão Leste da Casa Branca. Fabricado nos Estados Unidos pela empresa Figure, o modelo discursou na cúpula de Trump sobre educação em IA e segurança para crianças.

“Obrigada, primeira-dama Melanie Trump, por me convidar para a Casa Branca”, disse o robô chamado Figure 3, em uma voz feminina. “Sou grata por fazer parte deste movimento histórico para capacitar as crianças com tecnologia e educação.”

O acontecimento é mais uma das investidas dos Estados Unidos para demonstrar poderio na Guerra Fria Tecnológica. Isso porque, recentemente, um robô humanoide de fabricação russa tropeçou e caiu diante de uma cúpula de tecnologia em Moscou.

O evento se deu no segundo dia de uma cúpula para a iniciativa Fostering the Future Together, de Donald Trump, diante de uma plateia repleta de primeiras-damas de diversos países — incluindo Sara Netanyahu, de Israel, e Olena Zelenska, da Ucrânia — além de representantes de tecnologia.

O robô caminhou pela sala como um humano, interagiu com um público completamente atônito e se despediu com saudações em 11 idiomas diferentes.

Robôs como professores infantis?

Melania destacou na reunião que espera que modelos como este se tornem itens permanentes nas salas de aula americanas, de forma a educar crianças em meio à tecnologia e rápida transformação. “Como o nosso ambiente foi projetado para pessoas, os sistemas humanoides são particularmente adequados para navegar e operar no nosso mundo. Eles se encaixam perfeitamente.”

A primeira-dama incentivou convidados a imaginarem um robô-professor chamado Platão, que pudesse ensinar estudos clássicos às crianças, dando mais tempo livre para esportes e atividades extracurriculares. “O futuro da IA é personificado. Será moldado à forma de humanos. Muito em breve, a inteligência artificial migrará dos nossos celulares para humanoides que oferecem utilidade”, acrescentou.

O discurso, que levou em média sete minutos, destacou ainda o compromisso do governo americano com parcerias público-privadas com empresas como Meta e OpenAI, para promover o bem-estar das crianças. “A segurança da nossa próxima geração é sempre o primordial.”

Uma disputa pelo domínio da IA

A corrida pelo domínio espacial e pela liderança tecnológica que temos visto muito se assemelha aos confrontos presenciados na Guerra Fria. Novamente, Estados Unidos, Rússia e China disputam domínio ideológico, político e militar, com constantes demonstrações de poder.

A corrida espacial com a potência chinesa está mais acirrada que nunca, mirando a dominação da Lua e o transporte de tecnologias avançadas para fora da órbita terrestre. Já no que se trata da IA, assumem o palco a disputa pelo desenvolvimento de robôs pontentes e inteligência militar artificial.

No mês de fevereiro, seis robôs humanoides apresentaram, na China, uma performance sincronizada de passos de dança e movimentos complexos — as máquinas antes estabanadas estão a um passo de lutar kung-fu.

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