O vereador de São Paulo, Adrilles Jorge (União Brasil), exaltou a troca da empresa gestora do Theatro Municipal. A fundação que mantém o local substituiu a organização social Sustenidos pelo Instituto Baccarelli após chamamento público.
Nas palavras do edil, em discurso proferido na Câmara Municipal na terça-feira (26), um dos principais cartões-postais da capital se livrou do que denominou como “câncer”.
A Sustenidos, desde o começo da gestão do Theatro, em 2021, se viu envolta em controvérsias. A começar com o Tribunal de Contas do Município (TCM) apontar irregularidades no processo de definição. Outro ponto a qual vinha sendo alvo de muitas críticas era a forte carga ideológica utilizada em muitas apresentações.
Como exemplo, o vereador contou de alterações flagrantes de óperas consagradas. A confirmação da saída da Sustenidos tem um sabor ainda mais especial, ao ser entrevistado pelo Jornal Impresso Brasil (JIB).
Um abaixo-assinado de sua iniciativa foi direcionado à Prefeitura contra a Sustenidos após receber queixas de pessoas que trabalhavam para a então gestora.
Também ao jornal, o parlamentar definiu o caso de um funcionário que exaltou o assassinato do ativista de direita Charlie Kirk, ocorrido nos EUA em setembro de 2025 como ponto de ruptura.
Contudo, Adrilles nega querer uma “arte de direita” e elogiou a escolha do Bacarelli por seu trabalho que classificou como “extraordinário”.
O contrato tem validade de cinco anos e foi publicado no Diário Oficial na segunda-feira (25).