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“Transparência É a Melhor Forma de Garantir Direitos Autorais na era da IA”, Diz VP de MKT da Adobe


Simon Morris, Vice-Presidente de Marketing Internacional da Adobe

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Simon Morris é Vice-Presidente de Marketing Internacional da Adobe, responsável pela estratégia de marca em mais de 50 países, incluindo regiões como EMEA, APAC e América Latina. Com uma carreira marcada pela união entre arte, tecnologia e inovação, Simon lidera campanhas integradas para produtos como Adobe Creative Cloud e Document Cloud, sempre com o objetivo de criar experiências digitais memoráveis. Antes de ingressar na Adobe, atuou como VP global de marketing na ClickSoftware, acumulando uma sólida trajetória em liderança de mercado e construção de marcas.

Durante sua visita ao Brasil, Simon compartilhou insights sobre o momento atual da Adobe, marcado pela convergência entre criatividade e inteligência artificial. Ele destacou o papel do Firefly, modelo de IA generativa da Adobe, como uma ferramenta comercialmente segura que respeita os direitos autorais e criadores profissionais e não profissionais. A proposta da empresa é democratizar a criatividade e garantir que a tecnologia amplifique, e não substitua, o talento humano.

Simon também falou sobre a Content Authenticity Initiative, da qual a Adobe é membro fundador desde 2019. A iniciativa busca trazer mais transparência ao conteúdo digital, oferecendo “rótulos nutricionais” para ativos criados ou modificados por IA. “Essa abordagem reforça o compromisso da Adobe com a ética, a responsabilidade e a proteção dos criadores — valores que, segundo Simon, são fundamentais para manter a confiança construída ao longo de quatro décadas de história da empresa.”, destaca Simon.

Forbes Brasil: A Adobe está iniciando uma nova era no marketing, pode nos contar sobre isso?
Simon Morris: Com ferramentas como o Firefly e o Adobe Express, estamos democratizando a criatividade. Queremos empoderar qualquer pessoa com uma história para contar. A economia criativa no Brasil é vibrante, e vemos o país como estratégico para ampliar nosso impacto. O Brasil tem uma longa relação com a Adobe, especialmente na educação e entre profissionais criativos. Agora, com nossas soluções baseadas em IA, queremos alcançar ainda mais pessoas e fortalecer o mercado local.

FB: A combinação entre criatividade e inteligência artificial representa um novo momento para a marca?
Simon: Sem dúvida. A demanda por conteúdo explodiu, e a IA está acelerando essa transformação. A Adobe é única ao integrar marketing, criatividade e IA para impulsionar marcas e indivíduos. Estamos incorporando IA às ferramentas profissionais para automatizar tarefas repetitivas, liberando tempo para que os criadores se concentrem na narrativa e na construção de experiências relevantes. Com Firefly e Adobe Express, qualquer pessoa pode começar sem medo da página em branco. Nossas ferramentas são acessíveis, intuitivas e gratuitas para iniciar, e estamos focados em educar o mercado sobre isso.

FB: Como foi a presença da Adobe no Festival de Cannes este ano?
Simon: Foi meu quinto Cannes, e o mais impactante. A IA dominou as discussões, com muitos exemplos reais de aplicação em campanhas. A presença brasileira também foi marcante, refletindo a evolução do evento. Além da aceleração criativa, a IA responsável foi destaque — especialmente em relação à proteção de direitos autorais. O Firefly é um modelo comercialmente seguro, e isso nos diferencia.

FB: Qual é a proposta da Adobe em relação à IA responsável?
Simon: Treinamos nossos modelos apenas com conteúdo licenciado ou expirado, garantindo segurança comercial. Diferente de modelos abertos que usam dados da web, o Firefly evita violações de copyright. Acreditamos em IA responsável, com transparência e responsabilidade. Somos membros fundadores da Content Authenticity Initiative, que busca credenciais claras para ativos digitais — como um rótulo nutricional — informando origem, autoria e uso de IA.

FB: Como essa iniciativa se conecta com a missão da Adobe?
Simon: Nossa história foi construída sobre a confiança dos criadores. Proteger seus direitos e garantir transparência é essencial para manter essa relação. Colocamos o criador em primeiro lugar.
FB: Você escreveu que a IA generativa não substitui, mas melhora o trabalho humano. Como equilibrar criatividade humana e algoritmos? Acreditamos em inteligência aumentada. A IA deve amplificar a criatividade humana, não substituí-la. O equilíbrio está em usar a tecnologia como aliada, sem perder a essência da criação.

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