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Toyota Yaris Cross XRX Hybrid deve em desempenho; confira rpida avaliao

Suve compacto da Toyota na versão híbrida flex leva uma vantagem frente aos concorrentes: economia de combustível (até 17,9 km/L). Outro ponto de destaque, o seu estilo inspirado no RAV4.  O conjunto óptico é quase todo de LED, menos as setas direcionais. Teto solar bipartido e rodas de liga de alumínio que deixam os discos de freio bem visíveis também agradam. Isso não é tudo, pois o preço alto reduz sua atratividade.

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Logo ao entrar, há boa impressão inicial com luzes de cortesia azuis que iluminam o assoalho do lado do motorista e do acompanhante. Começa a destoar pelo excesso de materiais de acabamento ásperos. Quadro de instrumentos tem tela de sete pol. com informações pouco organizadas, mas a de multimídia de 10 pol. fica dentro dos padrões com Android Auto e Apple CarPlay de conexão sem fio, além de carregador de celular por indução.

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Toyota Yaris Cross híbrido bem bem equipado e tem botão no volante que aciona câmeras para ajudar a estacionar 
Imagem: Divulgação

Um anteparo alto no lado direito do console incomoda o passageiro. Quem senta atrás tem bom espaço para as pernas. Porta-malas, no entanto, mesmo com estepe temporário estreito, perde em volume para os concorrentes. Desempenho, definitivamente, não se destaca. Sem chegar a ser lento demais, fica devendo, embora consiga alcance urbano superior a 600 km com gasolina. Há um botão no painel que aciona o modo EV, de pouca efetividade, salvo em velocidade muito baixa.

Câmeras com visão de 360° ajudam, embora de resolução inferior. Motor é ruidoso, acima da média dos concorrentes, especialmente em rodovias. Sistema auto-hold é útil por acionar o freio de estacionamento com leve pressão no pedal de freio após o veiculo parar.

Toyota Yaris Cross
Toyota Yaris Cross consegue fazer até 17,9 km/l na cidade com gasolina, de acordo com dados do Inmetro
Imagem: Divulgação

Dimensões (mm): comprimento, 4.310; entre-eixos, 2.620; largura, 1.770; altura, 1.655. Volumes L): porta-malas, 391; tanque, 36. Peso: 1.295 kg. Híbrido pleno flex. Motor 4-cilindros 1,3 L (ciclo Atkinson): potência 91 cv A)/(G); torque 12,3 m·kgf (A)/(G). Motores elétricos (gerador/propulsor): potência, 80 cv; torque, 14,4 m·kgf. 

Potência combinada: 111 cv; Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 13,2/10,7 (A); 17,9/15,3 (G). Alcance (km, cidade/estrada): 475/385 (A) e 644/551 (G).Tração dianteira. Câmbio automático e-CVT, sete marchas. Aceleração estimada 0 a 100 km/h (s): 12 (A)/(G).
Preço: R$ 189.990.

Salão de Pequim: centro de gravidade da indústria por seu gigantismo

Estande da BYD no Salão de Pequim, na China
Estande da BYD no Salão de Pequim, na China, evento que se tornou um dos principais do setor automotivo global
Imagem: Divulgação

 Com o fim do Salão de Frankfurt, por décadas o maior o mundo, o de Pequim, capital do país (anos pares) e Xangai (anos ímpares) cresceram e hoje não há nada parecido. Auto China 2026 foi ampliado para quase 400.000 m², dura dez dias e se encerra em 3 de maio.

Os chineses superaram a fase de inspiração — às vezes, simples cópias descaradas — nas marcas e veículos ocidentais para criar seus próprios produtos. Claro, trataram de contratar vários dos melhores desenhistas do mundo e avançaram no projeto de carros elétricos e híbridos. Até em motores a combustão passaram a surpreender.

Uma das razões que levaram as marcas chinesas a crescerem tanto foi a verticalização da produção, nunca bem vista pelos concorrentes ocidentais e em especial pelos sindicatos de metalúrgicos. Como não existem sindicatos na China e nem mesmo greves, a expansão foi bastante rápida.

Em 2025, o mercado de veículos leves e pesados atingiu quase 35 milhões de unidades, mais que o dobro do segundo maior, os EUA. Isso ilustra as barreiras levantadas por americanos e canadenses. Entretanto, a capacidade instalada na China supera 50 milhões de unidades anuais, distribuídas por estimadas 100 marcas, algo insustentável. Várias devem desaparecer.

Na Europa há menos resistências e a produção de origem da China é aceita com algumas restrições. BYD, por exemplo, acaba de pedir filiação à Acea (Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis, na sigla em francês). Não se sabe ainda se será acolhida porque a entidade abriga marcas basicamente europeias.

Das marcas chinesas em Pequim, a IA seleciona alguns destaques entre 181 estreias e 71 protótipos. Dos modelos com foco no mercado brasileiro (confirmados ou cotados) estão:

  • BYD Song Pro (facelift): nova linguagem Dragon Face, com lançamento aqui previsto para junho próximo.
  • Arcfox T1: SUV compacto elétrico da BAIC, rival direto do BYD Dolphin.
  • MG 4 Urban: hatch elétrico compacto.
  • GWM Ora 5: SUV médio elétrico com foco em custo-benefício.
  • IM Motors (Grupo SAIC): marca de elétricos de luxo a ser confirmada para o mercado brasileiro.

 Cuidados com crianças exigem maior atenção

Aumenta o foco na segurança para os passageiros do banco traseiro
Aumenta o foco na segurança para os passageiros do banco traseiro
Imagem: Reprodução

Segurança veicular vai bastante além de comprar veículos com bons equipamentos de segurança ativa e passiva. Exige, obrigatoriamente, o seu uso correto por todos os ocupantes. Nova pesquisa indica um risco silencioso que afeta os passageiros mais vulneráveis.

O estudo Ourse (Observando a Segurança Infantil nas Estradas, tradução livre da sigla em francês), liderado pela Prévention Routière (associação francesa, desde 1949, dedicada a educar, sensibilizar e prevenir acidentes de trânsito) revela que duas em cada três crianças não estão devidamente protegidas nos automóveis.

Números do Observatório Francês de Segurança Rodoviária alertam: 46 crianças perderam a vida no trânsito em 2024 – quase uma por semana. Como agravante, metade dessas fatalidades ocorreu com a criança como passageira do veículo. Observações de campo com 301 crianças expuseram um paradoxo inaceitável. Embora 89% dos pequenos com menos de dez anos usem o banquinho infantil, espantosos 62% desses dispositivos estavam instalados de forma incorreta.

A pesquisa catalogou os erros mais frequentes. Destacam-se cinto de segurança mal ajustado (com falhas de posicionamento e falta de tensionamento), fitas torcidas que perdem a eficácia no impacto e uso falho dos dois engates Isofix de cada um. 

A omissão na fixação do terceiro ponto de fixação no dorso dos encostos do banco traseiro, continua sendo uma ameaça crítica à firmeza do banquinho infantil no veículo.

Excesso de confiança dos adultos agrava o quadro. Entre os entrevistados, 78% tinham certeza de que os filhos estavam seguros, mas na prática 59% corriam perigo por falhas de instalação ou fixação.

Análises de colisões fatais entre 2021 e 2023 atestam a gravidade: 46% das pequenas vítimas estavam mal protegidas por falhas involuntárias. Instalação correta, seguindo as instruções, reduziria a severidade das lesões na metade dos casos. Lamentavelmente, o erro humano ainda prejudica os esforços da engenharia automobilística. No Brasil, banco infantil é obrigatório para crianças de até 10 anos ou que não tenham atingido1,45 m de altura.

 Faltam engenheiros, mas barreira da língua assusta

Teste em andamento no Safety Center da FCA Latam
Teste em andamento no Safety Center da FCA Latam com monitoramento por engenheiros e técnicos
Imagem: Divulgação

O mercado de tecnologia no Brasil vive verdadeiro apagão de mão de obra. Pesquisa inédita “Mercado de Trabalho Tech: Raio-X e Tendências”, encomendada pela Ford ao Datafolha, aponta um cenário preocupante: 98% das empresas relatam dificuldade para encontrar profissionais qualificados.

É um gargalo que freia a inovação em momento crucial para o País. Mais surpreendente? Idioma atua como barreira quase intransponível: 78% rejeitam sumariamente quem não domina a língua inglesa, inclusive candidatos à vaga de engenheiro.

O levantamento ouviu 250 líderes de RH e TI. Para 72% deles, a falta de conhecimento técnico é o principal entrave, seguido pela experiência insuficiente (54%). O resultado prático é a marcha-lenta nas contratações.

 Quando à competência técnica, as posições mais difíceis de suprir são as de especialistas em IA (35%) e de engenheiros de software (31%). Contudo, o motor não engasga apenas na técnica. Impressionantes 37% das companhias descartam candidatos tecnicamente aptos por falhas comportamentais. Faltam atributos cruciais, como inteligência emocional (36%) e pensamento crítico (33%).

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