Kleber Ribeiro (PL), vereador de Guarulhos, voltou a defender a obrigatoriedade da realização de exame toxicológico para professores. A declaração foi dada em tribuna na sessão da Câmara Municipal na segunda-feira (29) como “resposta” ao comportamento da diretoria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Uma semana antes, ele estava envolvido em uma confusão nas galerias da casa entre apoiadores de seu mandato e alunos do campus guarulhense da instituição. A Guarda Civil Municipal (GCM) foi chamada e chegou a usar gás de pimenta para serenar os ânimos.
O parlamentar resolveu trazer o tema mais uma vez à tona após a recusa da universidade em sediar evento para debater a questão do antissemitismo, dizendo que, para eles, o tema “não seria relevante”.
Kleber também reafirmou haver certa sabotagem a políticos e simpatizantes da direita por parte da instituição, motivo pelo qual cobrou mais espaço, em especial por se tratar de local gerido com recursos públicos. Também criticou a UNIFESP por não punir os que agrediram a ele e seu grupo, quando visitaram o espaço semana antes.
No mesmo pronunciamento, resolveu “cutucar” os futuros formandos do curso de Pedagogia, ao classificá-los como “maconheiros” e “cracudos”, ao pedir mais celeridade aos demais colegas a um projeto de lei apresentado em abril que obriga a realização de exames toxicológicos em professores da rede municipal.