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São Paulo cogita boicotar Paulistão de 2026 e quer exclusão de árbitro do clássico

O São Paulo segue na bronca com a arbitragem do clássico contra o Palmeiras por conta do pênalti em Vitor Roque. E a diretoria tricolor cogita um boicote à próxima edição do Campeonato Paulista.

A informação foi divulgada pelo site GE e confirmada pela ESPN. Em ofício enviado à Federação Paulista de Futebol, o São Paulo ameaça não utilizar os principais jogadores na competição do ano que vem.

Ainda no documento enviado, o São Paulo ainda busca a exclusão do árbitro Flávio Rodrigues de Souza. O VAR também esteve na mira do tricolor.

Outro fator que deixou o São Paulo na bronca foi a declaração de Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, sobre a jogada feita por Rafael, que errou o passe que originou o lance envolvendo Vitor Roque e Arboleda. Segundo o dirigente, o goleiro poderia ter evitado chutando para frente.

Após a partida, o presidente Julio Casares fez questão de relembrar uma declaração polêmica Abel Ferreira para cutucar a escolha da Federação Paulista de Futebol pelo árbitro Flávio Rodrigues de Souza.

”VAR esteve presente aqui hoje? O São Paulo nunca chamou de Paulistinha, mas essa foi uma arbitragem pequena, que fica nos anais da história”, disparou o dirigente tricolor, que foi além:

”Tem erros e erros. O de hoje foi clamoroso. Se ouvir todas as transmissões hoje, foi clamoroso. Estamos aqui com tranquilidade, porque fizemos um bom jogo. Vamos para o sorteio da Libertadores e continuar o trabalho”, completou.

De acordo com Leonardo Gaciba, comentarista de arbitragem dos canais ESPN, o pênalti foi mal marcado, pois o contato entre os adversários foi natural de jogo.

“O pênalti marcado a favor do Palmeiras contra o São Paulo no final do primeiro tempo da semifinal do Campeonato Paulista, para mim, é um equívoco da arbitragem. Porque eu vejo uma disputa de jogo no qual o Arboleda realmente abre o pé para o lado, mas, muito antes do contato físico, o Vitor Roque acaba pulando e provocando esse contato com o defensor”, disse.

“Para mim, um contato natural de jogo, que poderia ser evitado e, para mim, não existe infração caracterizada. O árbitro de vídeo resolveu manter a decisão de campo pelo fato de existir contato físico. Mas, para mim, um equívoco da arbitragem em marcar um pênalti inexistente”, completou.

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