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Prefeitura ameaça servidores doentes, denuncia Sindicato

Presidente do Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos, Fábio Pimentel / Rodrigo Montaldi/Arquivo DL

O Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos (Sindest) está denunciando que o Departamento de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (Desmed) da Secretaria de Administração (Sead) da Prefeitura de Santos está pressionando servidores doentes para que retornem ao trabalho. “Está fazendo o jogo sujo da Administração”, diz o presidente Fábio Pimentel.

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Segundo ele, a pressão é para que os trabalhadores se aposentem com enorme prejuízo salarial. Ou, caso não concordem, sejam demitidos com base em parecer médico. “Demitir doente é difícil, mas aposentar é fácil”, denuncia o dirigente que, junto com o diretor de Comunicação do Sindicato, Daniel Gomes, apontam inúmeras anomalias as quais a Administração se recusa a por fim.  

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Segundo eles, há vereadores até da base descontentes. Gomes afirma que o presidente da câmara, Adilson Júnior (PP), declarou-se contrariado, há poucos dias, com o não atendimento de diversos requerimentos da Casa. O parlamentar inclusive é autor de projeto de lei em defesa dos agentes comunitários de saúde e de endemias, apresentado em 2024, quando era líder de Rogério no Legislativo.

Contam que esse segmento do funcionalismo vem sendo ameaçado de demissões ou aposentadorias compulsórias em casos de adoecimento ou acidentes. Uma agente, com perda de visão, já foi afastada com prejuízo salarial.

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A Administração, segundo Gomes, não respeita sequer a parlamentar mais bem votada, Débora Camilo (Psol), que teve 8.016 votos, presidenta da Comissão Especial de Vereadores (CEV) em defesa do funcionalismo. Pimentel está até convocando os servidores à Câmara, na próxima segunda-feira (5), quando a Prefeitura apresentará o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O sindicalista quer incluir no projeto a verba necessária às reclassificações de 65 segmentos da categoria na lei orçamentária anual (loa) de 2026. E lamenta que a administração se recusa a negociar o pleito.

Diante de tantos problemas, Fábio e Daniel indagam como a Administração consegue, em apenas quatro meses de segundo mandato, descontentar a população, os vereadores, os servidores e os sindicatos. “Parece até que a reeleição (do prefeito) foi fácil, resolvida no primeiro turno, com boa margem de votos”, ironiza Gomes.

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