Analisando o estudo “Vai na fé! O impacto eleitoral do crescimento dos evangélicos”, divulgado pela Mar Asset Management, observam-se importantes transformações na demografia religiosa brasileira e suas possíveis repercussões no cenário político do país. Alguns estados já registram maioria evangélica como Rondônia, Amazonas, Espírito Santo e Acre que figuram entre as unidades federativas que, ao somar adeptos de outras religiões, contam com percentual que favorece a população evangélica.
Em 2022, os números indicavam que Rondônia e Amazonas registravam 52% e 50% de evangélicos, respectivamente; enquanto o Espírito Santo e o Acre apresentavam índices de 47% e 46%.
Essa tendência se consolidará com previsão de que, em 2026, oito estados terão maioria evangélica, com destaque para o Amapá e Rio de Janeiro.
A análise não apenas reforça a importância crescente da população evangélica na composição do eleitorado brasileiro, mas ainda destaca como essa expansão pode influenciar os rumos políticos e sociais do país.