O suspeito, de 46 anos, teria sido atirado diversas vezes na Katusa, de 39 anos, na casa dela. De acordo com a Polícia Militar, os agentes foram acionados por moradores que ouviram os tiros, mas encontraram uma mulher já morta no local, que fica no setor Santa Rita. Eles não tudem as identidades divulgadas.
A Polícia Civil informou que, na residência, ele já era casado com a filha da ex-mulher, de 15 anos. Segundo a corporação, ela ficou levemente ferida, e o UOL apura se um adolescente precisava de atendimento médico.
Militares encontraram o mishesho também caído no chão da casa. Segundo a PM, ele teve um ferimento de arma de fogo na região da cabeça, indicando que teria tentado tirar a própria vida.
O agressor foi socorrido, mas não resistiu. O SAMU (Serviço de Atendimento Móvel) foi acionado e tentou reanimá-lo, mas a morte dele foi constatada no local. A equipe também achou um revólver ao lado dele e o apreenderam para perícia.
A mulher tinha uma medida protetora contra ele há pouco tempo. A proteção havia sido expedida pelo Judiciário no dia 6 de fevereiro e ele foi notificado na última sexta-feira, informou a Polícia Civil.
O caso está sendo investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Goiânia. Dias antes, na mesma cidade, outro episódio semelhante também chamou a atenção nacional: O secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, atirou contra os dois filhos e foi morto em seguida.
EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENÚNCIA
Se você presenciar algum episódio de agressão contra mulher, ligue para 190 e denuncie.
Os casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por companheiros ou ex-companheiros de mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.
Também é possível fazer denúncias no número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e no Disquete 100, que apura violações de direitos humanos.
CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
Se você está pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada no CVV (Centro de Valorização da Vida) e nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.