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o Campeonato Que Ameaça o Futebol Tradicional e Conquista a Geração da Dopamina


Criada pelo ex-jogador Gerard Piqué e transmitida no Brasil com apoio de influenciadores e marcas, a liga já conquistou 88% da geração Z

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A ascensão da Kings League representa mais do que uma nova modalidade esportiva, é um reflexo direto da transformação cultural e tecnológica que redefine o consumo de entretenimento entre as novas gerações. Criada pelo ex-jogador Gerard Piqué e transmitida no Brasil com apoio de influenciadores e marcas, a liga já conquistou 88% da geração Z, segundo o estudo “Dopamina League”, realizado pelo InstitutoZ, braço de pesquisas da consultoria Trope, em parceria com a FURIA, primeira campeã da versão brasileira.

Com mais de 38,2 milhões de horas assistidas e um pico de 1,9 milhão de espectadores simultâneos, a Kings League se consolida como um fenômeno que mistura esporte, mídia e comportamento. Seus jogos curtos, com regras imprevisíveis como o “cartão arma secreta”, e forte presença nas redes sociais, criam um ecossistema onde tudo é simultâneo, interativo e compartilhável. Para Luiz Menezes, fundador da Trope, “o engajamento da nova geração não vem apenas da paixão pelo esporte, mas da forma como essa paixão é mediada — é jogo, é entretenimento e é comunidade, tudo ao mesmo tempo”.

A pesquisa, que ouviu 2.500 pessoas em todo o Brasil, revela que 54% dos entrevistados são atraídos por conteúdos de bastidores, enquanto apenas 30% destacam o desempenho esportivo como fator principal. Esse dado reforça a tese de que a Kings League não é apenas um campeonato, mas um laboratório vivo para testar formatos, narrativas e experiências que dialogam com o tempo da dopamina — onde o valor está na intensidade da experiência e não apenas no resultado final.

Para marcas e profissionais de marketing esportivo, a Kings League oferece um campo fértil para inovação. A lógica de transmissão multiplataforma e a abertura para formatos não convencionais permitem ações mais imersivas e orgânicas, alinhadas ao comportamento de um público que alterna entre múltiplas telas e busca pertencimento em tempo real. A liga não apenas exporta jogos, mas também um novo jeito de pensar o esporte — mais conectado, mais emocional e mais adaptado à cultura digital.

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