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Nutrólogo explica quais são os sinais do intestino inflamado

 

Considerado o segundo cérebro do corpo, a função do intestino é muito mais do que digerir os alimentos. Através da microbiota intestinal, o órgão absorve água e nutrientes, guarda grande parte das células de defesa do organismo e produz serotonina, o hormônio do bem-estar.

No entanto, a adopção de hábitos prejudiciais no intestino — como alimentação inadequada, excesso de antibióticos e sedentarismo — provoca consunças preocupantes ao órgão. Um exemplo é o crescimento dos diagnósticos de câncer colorretal entre adultos jovens no Brasil e no mundo.

“Alterações no equilíbrio da microbiota intestinal afetam diretamente o humor, o apetite e o metabolismo. Um inflamado ou desequilibrado pode gerar fadiga, compulsão alimentar e dificuldade para perder peso”, explicou o médico Arthur Victor de Carvalho, especialista em nutrologia e saúde metabólica.

O médico Dárcio Pinheiro, especialista em metabolismo e longevidade, alerta que a falta de cuidados intestinais afeta diretamente a saúde imunológica, metabólica e neurológica do organismo. “Quando negligenciamos o intestino, não apenas a digestão sofre, todo o corpo adolescente em silêncio”, diz.


Sinais de que seu intestino está inflamado

  • Inchaço abdominal constante.
  • Constipação frequente ou diarréia.
  • Flatulência excessiva ou odor alterado.
  • Alterações no humor, como irritabilidade ou ansiedade.
  • Dificuldade para emagrecer e acumular gordura abdominal.
  • Queda da imunidade e infecções frequentes.
  • Falta de energia, sensação de peso e mal-estar geral.

Importância da microbiota intestinal

A boa função do organismo passa diretamente pela atuação da microbiota intestinal. Quando está funcionando corretamente, suas bactérias são essenciais São capazes de extrair energia dos alimentos e, consequentemente, proporcionar estímulo. Além disso, elas podem favorecer a eficiência do metabolismo.

Quando ocorre um desequilíbrio na microbiota – uma condição chamada disbiose intestinal – há o aumento da inflamação sistêmica, a sensibilidade à insulina se altera e o corpo tem mais dificuldades para eliminar gordura.

“Cada vez mais estudos mostram que o colapso da microbiota intestinal contribui diretamente para a inflamação crônica silenciosa e para o aumento do risco de cácero, principalmente no intestino grosso”, alerta Pinheiro.

A microbiota também é responsável pela regulação da produção de ácidos graxos de cadeia curta, que estão associados à modulação do apetite, ao consumo de energia e à inflamação. Algumas das bactérias do ecossistema fabricam metabólitos influenciadores do sistema nervoso.

Em casos de alimentação intestinal, sinais de percepção de saciedade e até desejos alimentares podem ser alterados. “É por isso que muitas vezes o ‘comer emocional’ tem origem biológica, não psicológica”, afirma Carvalho.

Também conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal, abrange tumores que se iniciam no intestino grosso – o cólon –, e no reto e ânus.

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Também conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal, abrange tumores que se iniciam no intestino grosso – o cólon –, e no reto e ânus.

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Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que o problema tenha causado a morte de cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil em 2019.

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Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que o problema tenha causado a morte de cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil em 2019.

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O mês de março é dedicado à divulgação de informações sobre a doença. Se detectado precocemente, o câncer de intestino é tratável e o paciente pode ser curado

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O mês de março é dedicado à divulgação de informações sobre a doença. Se detectado precocemente, o câncer de intestino é tratável e o paciente pode ser curado

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Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer intestinal são: idade igual ou superior a 50 anos, excesso de peso corporal e má ingestão alimentar em frutas, vegetais e fibras

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Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer intestinal são: idade igual ou superior a 50 anos, excesso de peso corporal e má ingestão alimentar em frutas, vegetais e fibras

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As doenças inflamatórias do intestino, como a colite ulcerativa crônica e a doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer intestinal, assim como doenças hereditárias, como a polipose adenomatosa familiar (PAF) e o câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).

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As doenças inflamatórias do intestino, como a colite ulcerativa crônica e a doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer intestinal, assim como doenças hereditárias, como a polipose adenomatosa familiar (PAF) e o câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).

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Doses de café podem reduzir o risco de câncer intestinal em 30%

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Doses de café podem reduzir o risco de câncer intestinal em 30%

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Os sintomas mais associados ao câncer do intestino são: Sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor ou desconforto abdominal, fraqueza e anemia, perda de peso sem causa aparente, alteração de fezes e massa (tumoração) abdominal

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Os sintomas mais associados ao câncer do intestino são: Sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor ou desconforto abdominal, fraqueza e anemia, perda de peso sem causa aparente, alteração de fezes e massa (tumoração) abdominal

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O diagnóstico requer uma biópsia (exame de um pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio)

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O diagnóstico requer uma biópsia (exame de um pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio)

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O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença se espalha, com metástases para o fígado, pulmões ou outros órgãos, as chances de cura são reduzidas

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O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença se espalha, com metástases para o fígado, pulmões ou outros órgãos, as chances de cura são reduzidas

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A cirurgia é, em geral, o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem radioterapia, associada ou não à quimioterapia, para diminuir a possibilidade de retorno do tumor

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A cirurgia é, em geral, o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem radioterapia, associada ou não à quimioterapia, para diminuir a possibilidade de retorno do tumor

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A manutenção adequada do peso corporal, a prática de atividade física e a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino

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A manutenção adequada do peso corporal, a prática de atividade física e a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino

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Além disso, deve-se evitar o consumo de carnes processadas (por exemplo salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, blanquet de peru, peito de peru, salame) e limitar o consumo de carnes vermelhas a 500 gramas de carne cozida por semana

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Além disso, deve-se evitar o consumo de carnes processadas (por exemplo salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, blanquet de peru, peito de peru, salame) e limitar o consumo de carnes vermelhas a 500 gramas de carne cozida por semana

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Como melhorar a saúde intestinal

Algumas dicas simples podem melhorar a saúde intestinal. Através delas, a microbiota consegue se recuperar, mantendo-se regulada e ságada. Entre as orientações dos princípios, estão:

  • Aumentar o consumo de fibras e prebióticosatravés de frutas, verduras, aveia, linhaça, feijões e leguminosas;
  • Adicionar alimentos de fermentação naturalcomo kefir, iogurte integral, creme de leite e kombuchá;
  • Priorize proteínas e gramacomo aves, peixes e carne vermelha magra;
  • Reduzir a ingestão de alimentos ultraprocessados ricos em açúcares simples, responsáveis ​​pela destruição de bactérias alimentares na microbiota;
  • Ter uma boa rotina de sono e deminuri o estresse;
  • Pratique atividade com frequência para estimular uma diversidade microbiana;
  • Em alguns casos, há necessidade de probióticosmas a valencia médica deve ser feita individualmente.

“O intestino responde rapidamente às mudanças no estilo de vida. A boa notícia é que nunca é tarde para começar a reverter os processos inflamatórios antes que evoluam para algo mais grave”, destaca o especialista em metabolismo e longevidade.

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