Novo celular da Huawei pode ter bateria com mais de 10.000mAh

A autonomia da bateria continua sendo, até hoje, um dos fatores mais valorizados pelos usuários de celulares, o que não torna surpresa o fato de muitas fabricantes de dispositivos móveis terem buscado aumentar a capacidade desses componentes nos últimos anos.

A Huawei quer, aparentemente, elevar ainda mais a capacidade das baterias de celulares e, de acordo com a página Digital Chat Station na rede social chinesa Weibo, está trabalhando em uma nova tecnologia que permitirá criar baterias com mais de 10.000 mAh.

A publicação não traz muitos detalhes sobre a química ou a arquitetura, mas afirma que a Huawei está testando “um novo material de bateria” que permitirá aumentar consideravelmente a energia armazenada nesses componentes.

Ainda não está claro quando a Huawei pretende lançar os primeiros celulares com esse tipo de bateria, mas, considerando que esse é um dos pontos mais importantes na escolha de um novo smartphone, faz sentido que a empresa chinesa queira sair na frente das concorrentes nesse mercado.

Vale lembrar que, hoje em dia, as baterias de celulares têm capacidade média de 5.000 mAh, então um dispositivo com o dobro dessa capacidade teria um impacto significativo na autonomia.

O mais importante na hora de comprar um novo celular

O preço e a autonomia da bateria foram apontados pelos participantes de uma pesquisa como os dois fatores mais importantes em um celular. O site CNet realizou um levantamento online com 2.486 adultos nos EUA (dos quais 2.407 possuem atualmente um smartphone) e chegou a conclusões interessantes.

A grande maioria dos participantes afirmou que se importa mais com o preço (55%) e com a autonomia da bateria (52%) na hora de comprar um novo celular.

O terceiro fator mais valorizado é a capacidade de armazenamento interno, mas apenas 38% dos entrevistados o apontaram como principal motivo para a compra de um novo dispositivo. Em seguida aparecem as funcionalidades da câmera (27%), o tamanho da tela (22%) e a decisão de permanecer no mesmo sistema operacional (17%).

Em relação às funções de inteligência artificial que vêm sendo incluídas em cada vez mais celulares, elas parecem não ser tão valorizadas pelos consumidores norte-americanos quanto as fabricantes imaginavam. Segundo a pesquisa, apenas 12% dos participantes valorizam essas integrações de IA.

Até mesmo novos formatos de celulares, como os dobráveis, não são tão valorizados pelo público quanto se poderia esperar.

Apenas 13% dos entrevistados disseram comprar um novo celular pensando em design inovador e, considerando o alto preço dos dobráveis — e o fato de que preço é o fator mais importante —, é improvável que esse tipo de aparelho seja amplamente adotado enquanto continuar custando caro.

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