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Novas regulamentações de atividades religiosas podem restringir trabalho missionário na China

Martelo da Justiça tendo ao fundo a bandeira da China (Foto: canva)

A Associação Coreana de Mídia Eclesiástica emitiu um comunicado na terça-feira (29 de abril) expressando profunda preocupação com as novas regulamentações chinesas sobre atividades religiosas, que entraram em vigor ontem (1º de maio), de acordo com reportagem do Christian Daily Korea.

A associação alertou que as “Regras para a Implementação das Disposições sobre a Administração de Atividades Religiosas de Estrangeiros no Território da República Popular da China” parecem ter como objetivo “restringir significativamente o trabalho missionário na China”.

“De acordo com relatos disponíveis, a China tem administrado atividades religiosas, especialmente as cristãs, por meio de regulamentações sobre assuntos religiosos. Mas essas novas regras de implementação parecem aumentar significativamente tanto as restrições quanto a pressão”, afirma o comunicado.

O grupo observou que, embora a China tenha aplicado anteriormente 22 disposições regulatórias, as novas regras expandem esse número para 38.

“Essas novas disposições definem com mais detalhes questões como a localização e o método de atividades religiosas, os procedimentos de aprovação exigidos pelas autoridades chinesas e as penalidades correspondentes”, declarou a associação. “Como resultado, prevemos uma regulamentação rigorosa de atividades religiosas, especialmente aquelas direcionadas a cidadãos chineses, incluindo missões, educação, arrecadação de fundos e até mesmo atividades religiosas baseadas na internet.”

A declaração também destacou que a China já vem regulando agressivamente a atividade religiosa desde 2017.

“Muitos missionários coreanos foram expulsos à força ou tiveram seus vistos negados, forçando-os a deixar seus campos de missão”, disse.

A associação acusou ainda o Partido Comunista Chinês (PCC) de empregar estratégias abrangentes e globais para expandir sua influência, ao mesmo tempo em que “usa todos os pretextos para restringir a religião e a atividade missionária dentro de suas fronteiras”.

“O PCC busca agressivamente influência global por meio de guerra híbrida, guerra irrestrita e estratégias de frente unida”, afirmou. “Enquanto isso, na China, eles reprimem o trabalho religioso e missionário sob vários pretextos.”

Apelando à vigilância, a declaração instou a comunidade internacional — e especialmente os sul-coreanos — a não se deixarem enganar pelas estratégias da China.

“Mesmo que haja trocas e comércio entre nações, agendas ocultas e manipulações estratégicas devem ser descobertas e erradicadas”, afirmou. “Devemos garantir que o Partido Comunista Chinês não trate a Coreia e o povo coreano com desrespeito.”

A declaração concluiu incentivando a atenção global às restrições religiosas da China e defendendo uma firme resistência às violações da liberdade religiosa.

Folha gospel com artigo original de Christian Daily Korea, traduzido e editado pela equipe do Christian Daily International

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