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Novas acusações e briga na Justiça marcam estreia de cinebiografia de Michael Jackson

A cinebiografia “Michael”, que retrata parte da vida do astro Michael Jackson, estreou nas telonas mundiais em meio às novas acusações de má conduta sexual. Os irmãos Cascio, amigos de longa data do artista, e os denunciantes James Safechuck e Wade Robson formalizaram novas ações judiciais contra o espólio do cantor, alegando terem sido vítimas de abusos quando ainda eram menores.

A ação dos irmãos Cascio sustenta que Jackson teria cometido abusos de forma continuada contra Edward, Dominic, Marie-Nicole e Aldo Cascio. No processo, o artista é descrito como um “predador sexual em série”, que atuaria de maneira recorrente e, segundo os autores, utilizava drogas ou álcool em suas investidas.

As acusações indicam que os episódios teriam começado quando as supostas vítimas tinham entre sete e oito anos. O relato afirma que os abusos ocorreram em diferentes países e também na residência da família Cascio. A nova ação também menciona que pagamentos milionários feitos anteriormente pelo espólio teriam sido interrompidos em 2025, e que acordos firmados à época teriam funcionado como instrumento para silenciar as denúncias.

Defesa contesta acusações

Os executores do espólio, John Branca e John McClain, negaram as alegações. A defesa, representada pelo advogado Marty Singer, classificou o processo como uma tentativa de obtenção de vantagem financeira e ressaltou que os próprios Cascio defenderam publicamente a inocência do cantor por mais de duas décadas.

A equipe jurídica também apresentou pedido de arbitragem, argumentando que os autores assinaram acordos milionários com cláusulas amplas de renúncia a disputas judiciais. O caso segue em tramitação na Justiça dos Estados Unidos.

Outros posicionamentos de acusadores

Em outro caso, James Safechuck também divulgou uma mensagem em vídeo direcionada a sobreviventes de abuso sexual infantil, na qual afirma que a repercussão em torno da cinebiografia pode funcionar como gatilho emocional. Ele declarou que vítimas devem saber que “não estão sozinhas”, destacando que figuras acusadas podem continuar sendo celebradas publicamente.

Safechuck e Wade Robson já haviam apresentado acusações semelhantes, detalhadas no documentário “Leaving Neverland”. Ambos processam o espólio de Jackson, pedindo indenização de US$ 400 milhões. O cantor nunca foi condenado criminalmente, e suas empresas seguem negando as acusações.

Disputas judiciais avançam nos EUA

Apesar das medidas anteriores, a Justiça da Califórnia abriu caminho para que Robson leve adiante sua ação contra a empresa MJJ Productions. O processo sustenta que ele foi abusado durante a infância, inclusive no Rancho Neverland.

A defesa da empresa argumentava que não havia responsabilidade legal sobre os atos pessoais do artista, posição inicialmente aceita em primeira instância. Entretanto, o Tribunal de Apelações divergiu e determinou a retomada do caso, que deverá ser reavaliado.

Safechuck também move ação semelhante, e a decisão preliminar indica que seu processo pode seguir caminho parecido. Representantes da MJJ Productions afirmam que a decisão não trata do mérito das acusações e dizem confiar em resultado favorável no julgamento.

Em nota conjunta, Robson e Safechuck afirmaram que a morte de um acusado não impede que vítimas busquem justiça. Eles destacaram que a ação não é contra o artista diretamente, mas contra suas empresas, que terão oportunidade de se defender no tribunal.

Filme “Michael” estreia sob polêmicas

As novas denúncias surgem no fim de semana de estreia de “Michael”, cuja abertura nos Estados Unidos é estimada em US$ 85 milhões. Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, o longa também enfrenta recepção crítica negativa, com cerca de 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

A produção também gerou atritos dentro da própria família. Paris Jackson move disputa judicial contra os administradores do espólio, alegando má gestão financeira, cobrança de taxas excessivas e divergências criativas em projetos ligados à imagem do pai.

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