Nos Bastidores de São Paulo…

FOGUEIRA
A treta entre Sonaira Fernandes (PL) e Amanda Paschoal (PSOL) pôs doses cavalares de emoção para quem esteve na terça (24). O que parecia mais uma sessão tranquila, acabou virando um embate como há muito não se via na Câmara paulistana.
MAIS LENHA
Outra que quis ver o circo, ou melhor, o plenário pegar fogo foi Luana Alves (PSOL). A psolista acusou Sonaira de “não defender as mulheres” quando não havia nenhuma compondo a comissão de Saúde. Isac Félix (PL) jogou água no fogaréu e encerrou a sessão.
MISOGINIA
Ao criticar o projeto de Lei aprovado no Senado que pune o crime de “misoginia”, Adrilles Jorge (União) subiu à tribuna na quarta (25) com uma peruca argumentando que, em vez de protegê-las, o texto, a ser analisado pela Câmara federal, criminalizará os homens.
ABENÇOADA
Zoe Martínez (PL), nascida em Cuba, confirmou essa semana sua pré-candidatura à deputada federal. O martelo foi batido após receber as bênçãos da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Outra grande incentivadora foi a também deputada Bia Kicis (PL-DF).
“FAZ O R”
Outro que já definiu que tentará a sorte para beliscar uma vaga em Brasília no próximo ano foi Rubinho Nunes (União). Para isso, conta com a ajuda de Pablo Marçal, candidato à Prefeitura há dois anos. Rubinho, na época, confrontou o partido ao apoiar a candidatura do coach.
FOME DE QUÊ?
O burburinho causado pela imprensa fez com que Cris Monteiro (Novo) protocolasse ofício junto ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome para saber mais informações sobre a doação de 20 mil toneladas de alimentos para Cuba.
CONTROVÉRSIA
Amanda Vettorazzo (União) questionou se a pessoa homenageada com a rua Peixoto Gomide foi, de fato, o pai que matou a própria filha, Sophia. Ela chegou a levar um mapa do fim do século XIX para contestar o projeto de Sílvia da Bancada Feminista (PSOL) que propõe a troca de nome.
COM BASE
Valendo do fato de ser historiadora, Sílvia rebateu as críticas de Amanda ao afirmar que, naquela época, era uma praxe batizar nomes de ruas com pessoas ainda vivas e que a contestação nada mais era que um incômodo de quem não quer trocar o nome da via.

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