TESTEMUNHAS
Aqueles que acompanharam a sessão da votação sobre o reajuste do funcionalismo público até o fim, presenciaram cenas históricas e também uma ideia de como será o desenrolar dos trabalhos legislativos ao longo dos próximos três anos e meio.
GUERREIRO
Quem suportou a tão longa sessão e a comandou com extremo equilíbrio foi o presidente, Ricardo Teixeira (União), que fez o que tinha ao seu alcance para que a temperatura dos debates, que já estava alta, não escalonasse para algo mais grave.
NO SOSSEGO…
Enquanto o “couro comia” nas tribunas e nos microfones, um grupo de vereadores não quis nem saber de confusão e preferiu se esconder no fundo do plenário, passando despercebido dos presentes.
GAIATA
Uma sindicalista nas galerias roubou a atenção dos vereadores e arrancou risos dos presentes ao provocar constantemente os do governo com gritos, gestos e até músicas como forma de indignação sobre o projeto do reajuste.
GARRAFAS
Opositores usaram o microfone para relatar que grevistas em frente ao Palácio Anchieta estavam sendo supostamente atingidos por garrafas e copos d’água lançados dos andares do prédio.
FORA DESSA
Rubinho Nunes (União) estava em Tribuna no momento e disse que sua assessoria não praticou tal ato, pois seu gabinete está localizado de frente para o Vale do Anhangabaú, ao invés do Viaduto Jacareí.
ORELHA QUENTE
Cris Monteiro (Novo) teve que aturar até o fim da sessão uma série de provocações por parte dos grevistas que a provocaram até com músicas debochando de sua polêmica fala.