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Mulher presa por suposta participação no PCC esteve com Lula

Alessandra Moja Cunha, vista com o presidente Lula na última segunda-feira, já foi identificada pela Polícia Civil de São Paulo como suposta líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) na Favela do Moinho. Ela chegou a ser presa em uma operação.

A ação policial, denominada “Operação Eclipse”, cumpriu 11 mandados de prisão e teve como alvo a suposta estrutura de comando da facção criminosa na região central da capital paulista.

Alessandra Moja Cunha havia comparecido a um evento oficial com a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a revista Oeste, em junho deste ano. Na ocasião, ela integrou a comitiva que acompanhou o chefe do executivo durante a assinatura de um acordo habitacional para a comunidade.

O evento de junho marcou a formalização de uma parceria entre os governos federal e estadual para realocar as famílias residentes na Favela do Moinho. O programa previa um subsídio total de R$ 250 mil para cada família adquirir um imóvel, sendo R$ 180 mil financiados pela União e R$ 70 mil pelo governo do estado de São Paulo.

Durante a cerimônia, o Presidente Lula discursou sobre a iniciativa. “Todos querem ter o desejo de ser felizes, morar bem, ter casa razoável para morar e viver com a cabeça erguida neste país”, afirmou. “Tínhamos que encontrar uma solução rápida [para o Moinho].”

Na mesma ocasião, a então Ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, declarou que o processo de realocação ocorreria “por livre e espontânea vontade, com garantia de seus direitos”. O então Ministro das Cidades, Jader Filho, complementou que o benefício seria repassado diretamente aos moradores, cabendo a cada família a decisão sobre onde utilizar os recursos.

À época do evento com o presidente, Alessandra Moja Cunha ocupava a presidência da Associação da Comunidade do Moinho. Registros fotográficos daquele dia mostram sua presença no palco, ao lado de autoridades federais.

Além do presidente, ela também participou de reuniões com o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, e apareceu em fotografias ao lado do deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP). A prisão ocorreu seis meses após a realização do evento oficial.

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