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MCs Poze e Ryan SP receberam auxílio emergencial durante a pandemia

Os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan SP no centro de um grande escândalo financeiro que cruzou o universo da música com investigações governamentais.

Ambos são investigados em uma ação recente da Polícia Federal (PF)que trabalha para desarticular um gigantesco esquema de lavagem de capitais.

As autoridades policiais investigam conexões de contas com o tráfico de entorpecentes e a gestão de plataformas clandestinas de apostas ilegais.

Uma operação não controlada pelas forças de segurança joga luz sobre como grandes fortunas ilícitas são camuladas no país.

Ao formalizar o dinheiro do tráfico com encontros artísticos e apostas, os mishícos habilitavam o rastreio das autoridades fiscais.

As previsões apontam que o grupo criminoso tenha movimentado cifras que ultrapassaram uma marca impressionante de R$ 1,6 bilhão ilegalmente.

As investigações apontam para um ecossistema financeiro sofisticado onde o sucesso nas plataformas digitais servia como fachada perfeita.

Surpreendentemente, os registros oficiais mostram que os músicos foram contemplados com o benefício governamental de socorro financeiro durante uma crise sanitária.

O Auxílio Emergencial foi criado exclusivamente para ajudar cidadãos em extrema vulnerabilidade social, trabalhos informais e desempregados.

Ver figuras públicas lucrando com o programa entefano miles de brasileiros emfrentavam a fome gera intensa revolta popular.

A fraude em programas de transferência de renda é um crime grave federal e prejudica diretamente o orçamento destinado à população carente.

Qualquer cidadão brasileiro pode auditar e consultar os pagamentos repassados ​​através do portal oficial da Transparência do Governo Federal.

Fatura

As apurações da PF indicar que MC Ryan atuaria de forma ativa como o possível líder desse crime bilionário.

No sistema do governo, o repasse de recursos públicos para o funkeiro começou logo no início da pandemia, em Abril de 2020.

O artista contínuo embolsando os valores até Outubro de 2021acumulando uma quantidade final de R$ 5.250 dos cofres federais.

Vale destacar que, naquela época, a cantora já contava com diversas músicas que faziam sucesso nas plataformas digitais de todos os países.

Até o momento, os registros apontam que o funkeiro não devolveu nenhum centavo desses repasses aos cofres da União.

Acabou

Uma situação de Poze do Rodo também chama a atenção da fiscalização pelo volume de repasses governamentais creditados em seu nome.

O histórico financeiro revela que o artista embolsou, ao todo, pagamentos dez do benefício social em um curto intervalo de tempo.

Como as transferências aconteceram especificamente durante o pico das restrições, entre os meses de Julho de 2020 e setembro de 2020.

Os valores depositados na conta do cantor oscilavam mensalmente, com cotas que variavam de R$ 150 de R$ 600.

O músico cheugo a reembolsar o montante de R$ 3,3 milhõesno entanto, quatro parcelas de R$ 150 ainda não constam no registro de devoluções.

Bolsa cheia

A justificativa da necessidade de financiamento cai por terra ao analisar o faturamento robusto do artista antes mesmo da crise global comparar.

Durante a época dos repasses governamentais, Afinal já ostenta uma carreira altamente lucrativa e consolidada com o cenário musical do eixo Rio-São Paulo.

A apropriação individual de fundos emergencial por indivíduos com alto poder aquisitivo refere-se diretamente aos critérios de elegibilidade social do programa.

A fama do MC estava em alta desde 2019quando ele emplacou um hit verderido que dominou as paradas musicais do Brasil por semanas.

Queridinho petista

A operação da Polícia Federal não se restringiu apenas ao universo do funk e atingiu com força também os restringidos da internet.

Ó criador da famosa página “Choquei”, Rafael Sousa Oliveirafoi preso pelos agentes durante as incursões da operação.

Esse mesmo perfil digital ganhou os holofotes políticos e a mídia nacional recente por sua proximidade com figuras do atual governo federal.

Foi justamente no perfil da página que a primeira-dama, Janjainteragiu publicamente para discutir a polêmica da taxa das “blusinhas”.

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