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Itaquá: Vereador David Neto cobra mais agilidade no desassoreamento de rio

Morosidade. Essa é a palavra proferida pelo vereador David Ribeiro da Silva (PL), o David Neto, que classifica o trabalho de desassoreamento do Rio Tietê no trecho de Itaquaquecetuba. No ano passado, o parlamentar cobrou da Agência de Águas do Estado de São Paulo, a SP Águas, antigo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), por meio do Requerimento 259/2024, o cronograma da obra que para ele não avança e ainda denuncia: a empresa contratada está removendo terra repetidamente do mesmo ponto na saída do Rio Caputera, não tendo avançado o trabalho no sentido dos bairros Vila Sonia e Batistas. “É uma luta conseguir esse desassoreamento, mas infelizmente tem empresa que ganha a licitação e não cumpre o objeto do contrato, e o problema continua”.

Ele alegou ao Jornal Impresso Brasil (JIB), que recebeu como resposta do superintendente da SP Águas, Anderson Barbosa Esteves, que as obras estão com 70% de conclusão, mas basta visitar a cidade para perceber que ela não estaria saindo do lugar. David Neto disse que pretende levar o caso ao Ministério Púbico (MP).

À reportagem, a SP Águas informa que o desassoreamento do Rio Tietê, no Lote 4A (entre Itaquaquecetuba e São Paulo), abrange área de 16 km, desde a foz do Córrego Três Pontes até a divisa entre Itaquá e Poá.

Os serviços iniciaram em dezembro de 2023, com prazo de execução de 30 meses e mobilização de equipamentos realizada no bairro Jardim Japão, em Itaquaquecetuba. “Atualmente, as atividades seguem no trecho entre as pontes da Rua Tiradentes e da Estrada Santa Isabel”.

A SP Águas já executou a desobstrução de diversos pontos ao longo de aproximadamente 7 km, no trecho compreendido entre a Rua Tiradentes e o limite do município, no período de 10/03/2024 a 30/06/2024. “O desassoreamento é um serviço contínuo e essencial para a manutenção da calha do rio e a prevenção de enchentes”, frisa.

O contrato, com vigência até maio de 2026, assegura a execução do desassoreamento, diz a SP Águas que reafirma seu compromisso com a execução da obra, compreendendo sua necessidade de continuidade para a preservação da capacidade de escoamento do Rio Tietê e a redução dos impactos das cheias.

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