Dobradinha estratégica que parecia consolidada entre os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Guilherme Derrite (Progressistas), atualmente licenciado e à frente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, começa a ruir diante da incerteza que cerca as eleições ao Senado em 2026.
Nos bastidores da política brasileira, Jair Messias Bolsonaro (PL) já admite a aliados próximos que seu filho Eduardo não deve concorrer à vaga. A possível saída do filho do ex-presidente abre espaço para uma corrida desordenada, com políticos se lançando ao Senado sem coordenação ou alinhamento com o núcleo do bolsonarismo.
A movimentação precoce irrita Bolsonaro, que vê sua influência ser testada e seu grupo, fragmentado.
O cenário, antes visto como consolidado, ganha contornos imprevisíveis, enfraquecendo alianças e provocando fissuras em uma base que tenta manter-se coesa em meio a um novo ciclo eleitoral.