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Honda Fit: os problemas mais comuns relatados pelos donos no Brasil

Se você já teve ou pensou em ter um Honda Fit, provavelmente entende por que ele marcou uma geração de motoristas no Brasil. Lançado em 2003, o modelo se destacou pela praticidade, espaço interno surpreendente para um hatch e a confiabilidade mecânica típica da Honda. Não à toa, ficou quase duas décadas em produção por aqui e foi um dos carros mais queridos da marca.

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Hoje, a Honda otpou por vender o City em versões sedã e hatch no Brasil, mas a imagem de confiabilidade e pós-venda forte continua viva e o Fit ainda é lembrado como referência quando se fala em carros usados. Se você está de olho em um seminovo, ele pode ser uma opção interessante.

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Mas atenção: apesar de toda a fama positiva, o Fit também tem seus pontos fracos. Muitos proprietários relatam problemas no câmbio CVT, principalmente em modelos produzidos entre 2016 e 2017. Além disso, há queixas sobre desgaste prematuro da suspensão e até falhas de lataria, como ferrugem e bolhas na pintura. Ou seja, antes de fechar negócio, vale uma boa revisão detalhada.

Por outro lado, quando o assunto é relacionamento com o cliente, a Honda preserva sua boa reputação. Dados de sites de defesa do consumidor mostram que a marca responde a praticamente todas as reclamações, resolve quase 90% dos casos e ainda conquista nota média considerada ótima no atendimento. 

Para você ter ideia, 86% dos consumidores afirmam que voltariam a comprar com a marca, um índice de confiança alto, que reforça a credibilidade da fabricante.

Os pontos fracos do Fit segundo os proprietários

  • Câmbio CVT
    Honda Fit tem boa ergonomia e versatilidade, mas há relatos de proprietários que tiveram problemas no câmbio CVT
     Imagem: Divulgação

“Tenho um Honda Fit 2016 CVT, com 80 mil km e revisões sempre feitas em concessionária. Em abril, o carro começou a apresentar um barulho estranho. Após idas a mecânicos e oficinas especializadas, descobri que o problema era no câmbio.”

O dono ainda completou: “Recebi orçamentos entre R$ 10 mil e R$ 27 mil para o conserto. No fim, gastei R$ 10 mil e fiquei quase dois meses sem o carro, enfrentando grandes transtornos no dia a dia.”

A Honda informou que todos os veículos da marca contam com 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada. Apenas a bateria possui prazo diferenciado. Dentro desse período, defeitos de peças, fabricação e montagem são cobertos conforme o manual do proprietário.

No caso do cliente, a empresa esclareceu que o veículo está fora do período contratual de garantia desde 2019.

“Estava rodando com meu Honda Fit 2016/2017, com 80.000 km, quando o carro perdeu totalmente a força e parou, sem qualquer alerta no painel. Tive que guinchar o veículo até uma mecânica de confiança, que diagnosticou a correia de tração do CVT interna do câmbio rompida.”, relatou um segundo consumidor.

A Honda informou que tentou contato com o cliente pelo número cadastrado e por e-mail, mas não obteve sucesso. A empresa explicou que não conseguiu localizar os dados necessários para dar continuidade ao atendimento e solicitou as seguintes informações: Quilometragem atual do veículo e concessionária Honda envolvida no caso.

Sem esses dados, a Honda afirmou que não consegue prosseguir com a tratativa.

“O carro da minha esposa, um Honda Fit 2015/2016 com 130 mil km, sempre teve todas as revisões feitas na concessionária. Recentemente, apresentou um defeito no câmbio CVT, reduzindo a velocidade do carro e impedindo seu funcionamento normal.”

A Honda esclareceu que a garantia contratual do veículo Honda Fit 2015/2016 é de 3 anos, sem limite de quilometragem, desde que sejam realizadas as revisões na rede autorizada. Essa garantia encerrou em 2018, e, desde então, os custos de reparo e serviços são de responsabilidade do proprietário.

  • Trinca no eixo traseiro
    Honda Fit 2018
    Honda Fit pode apresentar trinca no eixo traseiro, de acordo com o que relataram alguns proprietários
    Imagem: Divulgação

Em uma reclamação feita em junho de 2025, o proprietário de um Honda Fit 2010 LX fala sobre um problema de segurança no eixo traseiro do veículo, identificado durante manutenção. O defeito, considerado oculto, pode colocar vidas em risco, e a substituição da peça chega a R$ 7 mil. Ele cobra que a Honda assuma a responsabilidade pelo erro de projeto e forneça a troca da peça, criticando a postura da marca.

A Honda informou que o veículo está fora da garantia desde 2012, e que o custo do reparo deverá ser arcado pelo proprietário. 

Outro proprietário de um Honda Fit relatou barulho no veículo e, após avaliação, foi identificada uma trinca no eixo traseiro, caracterizando um possível defeito oculto. 

Ele fez uma reclamação à Honda, que negou a substituição da peça. O proprietário argumenta que, segundo o Código de Defesa do Consumidor, o fabricante é responsável por vícios ocultos mesmo após o fim da garantia, quando afetam a vida útil do produto. Uma nova reclamação foi registrada via Procon, buscando conciliação legal sem necessidade de ação judicial.

A Honda informou que não se responsabiliza por diagnósticos ou reparos realizados por terceiros fora da rede autorizada, destacando que possui exclusividade nos pareceres e não autoriza que outra pessoa ou entidade julgue ou se responsabilize por defeitos apresentados durante a vigência da garantia.

“Tenho um Honda Fit 2010 e, durante revisão com meu mecânico, foi detectada uma trinca no eixo traseiro. Pesquisando, vi que outros casos são semelhantes. Contatei a Honda, mas fui informado que o problema não está no recall. Nunca imaginei um defeito desses em uma marca que sempre considerei confiável e preocupada com a segurança.”

A Honda informou que o veículo está fora da garantia desde 2013, e que o custo do reparo deverá ser arcado pelo proprietário. O consumidor questionou de volta se a trinca no eixo traseiro não configura um defeito, ou mesmo um problema estrutural do veículo.

  • Problemas com a lataria com pontos de ferrugem
    Honda Fit 2018
    Honda Fit pode apresentar ferrugem no capô, pelo o que disseram alguns proprietários. A garantia do modelo é de 3 anos
     Imagem: Divulgação

Um consumidor reclama da persistência de ferrugem no capô, mesmo após recall de proteção anticorrosiva. Segundo ele, a Honda reconheceu o problema, mas se isentou alegando fim da garantia. 

A Honda respondeu que, como o veículo está fora da garantia desde 2017, não é possível atendê-lo em garantia, e que, nesses casos, os custos de reparos e manutenções são de responsabilidade do proprietário.

Uma proprietária de um Honda Fit 2016 também relata que o capô do veículo apresenta ferrugem. Após várias tentativas de conserto sem sucesso, foi informada por telefone de que, por ter passado certo tempo, a Honda não poderia fazer nada. Ela questiona a situação, já que se trata de um defeito de fábrica reconhecido pela empresa até 2023, quando assumiu a responsabilidade, e agora quer que o reparo seja pago pelo proprietário.

Em resposta à reclamação, a Honda informou que, durante o período de garantia, problemas decorrentes de defeitos de peças, fabricação e montagem são cobertos conforme o manual de manutenção. No entanto, o veículo está fora da garantia desde 2019, e, portanto, o custo do reparo deve ser arcado pelo proprietário.

Há três meses, um outro consumidor relatou problema semelhante em seu Honda Fit 2014/2015 EX: “Bom dia, sou proprietário de um Honda Fit 2014/2015 EXL. No início deste ano, o veículo apresentou ferrugem no capô (próximo à grade).

Ao pesquisar na internet, verifiquei vários relatos de ferrugem no mesmo local em Honda Fit de outros proprietários. A solução dada pela Honda para esses casos foi a troca do capô. Peço a gentileza de um contato para realização de análise do meu capô e a troca do mesmo.”

A montadora respondeu que os custos de reparo são de responsabilidade do proprietário, esclarecendo que a garantia dos veículos Honda é de 3 anos (1 ano para uso comercial) e cobre apenas defeitos de peças, fabricação e montagem durante esse período. Problemas causados por desgaste natural ou agentes externos não são cobertos.

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