As obras de Henri Matisse serão expostas novamente na Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo, nove meses após terem sido roubadas por dois homens que invadiram o local. A mostra “Jazz – o livro de artista de Henri Matisse” começa, que conta com oito telas recuperadas pela polícia de São Paulo, será aberta ao público neste sábado (12/9), a partir das 15h.
Outras 12 obras que compõem a coleção também estarão expostas na Biblioteca até o dia 12 de outubro com entrada gratuita.






Homem a Cavalo com Menino na Garupa – 1959, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Mulher Morta, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Queimada no Canavial, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Homem Morto, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Mestiço preso em Tronco, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Coyboy, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Sword Swallower, obra de Henry Matisse roubada da biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Swimmer in the tank, obra de Henry Matisse roubada da Biiblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Codomas, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The nightmare of the white elephant, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Monsieur Loyal, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Circus, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Obra The Clown, de Henry Matisse, roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo
Em entrevista ao Metrópoles, o secretário municipal da Cultura Totó Parente afirmou que a segurança foi reforçada — além de câmeras de segurança ligadas ao sistema de monitoramento Smart Sampa, guardas civis e a polícia militar também estarão presentes no local.
“Estamos muito tranquilos a isso. Na mesma semana que houve o roubo aqui na nossa biblioteca, roubaram o museu mais famoso do mundo, o Museu do Louvre, em Paris. Nós tivemos a felicidade que a nossa polícia foi mais eficiente e recuperou as nossas peças, porque as peças do Museu do Louvre, até hoje a polícia francesa não conseguiu recuperar”, afirmou o secretário da cultura. “Então, há sempre um risco, lógico. Nós estamos fazendo tudo para mitigar esse risco e para garantir uma exposição mais segura possível”.
Segundo a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, da Prefeitura de São Paulo, a exposição representa mais do que uma oportunidade de conhecer uma das criações mais importantes da trajetória de Matisse, mas também uma celebração da preservação do patrimônio cultural e da devolução das obras à população.
“Quando as peças foram recuperadas, nós recebemos apelos de pessoas pedindo para ver as peças. Então, nós vamos apresentar não somente as que foram roubadas, mas como álbum completo do Matisse, o Jazz”, afirmou o secretário.
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Jazz é um dos trabalhos mais marcantes da produção de Henri Matisse (1869–1954). Publicado em 1947 pelas edições Verve, o livro de artista teve uma tiragem de 250 exemplares numerados e reúne 20 composições desenvolvidas pelo artista a partir de uma técnica que combinava recortes de papéis previamente pintados com guache, formando colagens de cores intensas e formas vibrantes.
A mostra tem produção e concepção do MAB e da Biblioteca, com correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo.
Obras Recuperadas
No mês passado, a Polícia Civil recuperou parte das obras de arte que foram roubadas da biblioteca Mário de Andrade em dezembro do ano passado. Elas foram encontradas em uma casa em São Bernardo do Campo, na região metropolitana, em agosto deste ano.
Agentes do 1º Corpo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Cerco) encontraram os quadros em um apartamento no centro de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
O roubo de 13 obras de arte da Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo, causou um prejuízo de pelo menos R$ 1,325 milhão. O valor foi estipulado pelos responsáveis da biblioteca e aparece nos registros oficiais da investigação sobre o caso.
Gabriel Pereira de Mello, conhecido como Gargamel, e Felipe dos Santos Fernandes, vulgo Sujinho, roubaram 13 obras da biblioteca na manhã do dia 7 de dezembro de 2025. Ao todo foram, oito gravuras da série “Jazz” de Henri Matisse e cinco gravuras de Cândido Portinari.







Homem a Cavalo com Menino na Garupa – 1959, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Mulher Morta, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Queimada no Canavial, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Homem Morto, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Mestiço preso em Tronco, obra de Cândido Portinari roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Coyboy, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Sword Swallower, obra de Henry Matisse roubada da biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Swimmer in the tank, obra de Henry Matisse roubada da Biiblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Codomas, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The nightmare of the white elephant, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Monsieur Loyal, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

The Circus, obra de Henry Matisse roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo

Obra The Clown, de Henry Matisse, roubada da Biblioteca Mário de Andrade
Divulgação/ Prefeitura de São Paulo
O Metrópoles apurou que as obras eram: The Clown, The Circus, Monsieur Loyal, The nightmare of the white elephant, The Codomas, The swimmer in the tank, The sword swallower, The cowboy, de Matisse; e Homem a Cavalo com Menino na Garupa, Mestiço Preso em Tronco, Homem Morto, Queimada no Canavial e Mulher Morta, de Portinari.
As gravuras faziam parte da exposição Do Livro Ao Museu, que celebrava o encontro dos acervos do MAM e da Biblioteca Mário de Andrade (BMA). O roubo aconteceu no último dia em que a mostra estava em cartaz.