Disputa eleitoral deste ano começa com os maiores partidos do país concentrando a maior parte dos recursos públicos destinados às campanhas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confirmou a divisão de quase R$ 5 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
O PL lidera o repasse, com cerca de R$ 881 milhões. Em seguida aparecem PT, com R$ 615 milhões, União Brasil, com R$ 526 milhões, PSD, com R$ 421 milhões, PP, com R$ 417 milhões, MDB, com R$ 400 milhões, Republicanos, com R$ 348 milhões, PDT, com aproximadamente R$ 169 milhões, PSB, com R$ 152 milhões e PSDB, com R$ 147 milhões.
Os valores são definidos principalmente pelo tamanho das bancadas eleitas para a Câmara dos Deputados e o Senado nas eleições de 2022.
As cinco maiores legendas concentram parcela significativa do total distribuído pelo fundo, ampliando o poder de investimento nas campanhas eleitorais deste ano.
Criado em 2017 como alternativa à proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o fundão eleitoral utiliza recursos públicos aprovados no Orçamento da União e exige prestação de contas obrigatória dos partidos ao TSE durante e após as campanhas, incluindo gastos com publicidade, viagens, produção de material e estrutura eleitoral.
Em 2026, os brasileiros irão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.
O primeiro turno das eleições está previsto para o dia 4 de outubro, enquanto o segundo turno deve ocorrer em 25 de outubro.