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Ford sonda possvel lanamento do SUV Everest no Brasil

Há carros que tornam-se lendas não por alguma característica, mas sim por serem eternas promessas de lançamento no Brasil.

Alguns deles acabam virando realidade, como ocorreu com o esportivo Mustang, mas no geral a maior parte da especulação dá em nada.

Um modelo tem sido presença constante entre a lista de potenciais lançamentos, o SUV Everest, da Ford.

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Derivado da picape Ranger, o modelo já foi alvo de rumores sobre produção em General Pacheco, mas até hoje nada ocorreu, a despeito de exemplares de testes terem sido flagrados no continente.

Ford Everest 2023 Imagem: Divulgação

Pela primeira vez, no entanto, a Ford deu sinais mais claros que isso pode ocorrer. Durante a apresentação da linha Ranger Tremor a alguns jornalistas brasileiros na Patagônia, a montadora promoveu também um contato inicial com o Everest.

E o utilitário deixou boa impressão, com acabamento refinado, bom pacote de equipamentos, rodar confortável e dinâmica elogiável. Tudo o que se espera de um SUV derivado da nova geração da Ranger.

Mas daí a virar realidade no Brasil há algumas barreiras. A primeira é que o Everest não é feito na Argentina e sim na distante Tailândia. Nada que impeça sua importação já que a Mitsubishi faz isso com a Pajero, trazida do mesmo país.

Ford Everest 2023
Ford Everest 2023 Imagem: Divulgação

O segmento de SUVs tradicionais, com chassi e carroceria separados, tração 4×4 e até sete lugares, até permite isso porque o preço desses modelos passa de R$ 400.000 – mesmo para um SW4 fabricado na Argentina ou um TrailBlazer montado em São José dos Campos (SP).

Toyota domina subcategoria com sobras

O outro ponto crucial é o motor, como apontou o jornalista Rodrigo Mora, que avaliou o modelo para a Motorshow. Segundo ele, o Everest avaliado,equipado com o motor 2.3 EcoBoost turbo a gasolina, de 300 cv e 45,5 kgfm, é bastante competente e refinado, mas foge do padrão do segmento, dominado por motores turbodiesel.

Ou seja, um Everest competitivo teria de vir com o 3.0 V6 diesel com 250 cv e 61,2 kgfm de torque para entregar a mesma pegada ao qual o consumidor da categoria está acostumado.

Toyota SW4 2026
Toyota SW4 2026 Imagem: Divulgação

A versão avaliada na Argentina, Titanium, traz painel digital de 8”, central multimídia vertical de 12” com sistema Sync 4, teto solar panorâmico, bancos dianteiros elétricos, carregador por indução e uma lista extensa de assistentes de condução, como ACC, frenagem autônoma, alerta de ponto cego e monitoramento de faixa.

O Everest conta com a terceira fileira que completa os sete lugares disponíveis. Já o porta-malas varia entre 259 litros (com os sete assentos em uso) e 898 litros (com a terceira fileira rebatida).

Se a Ford analisa o subsegmento onde atuam a SW4, TrailBlazer e Pajero Sport, pode ter lições valiosas. Se o Everest se mostrar capaz de enfrentar o Toyota, então há uma esperança, caso contrário será um figurante como os modelos da Chevrolet e da Mitsubishi, que mal vendem 200 unidades por mês.

O SUV da Hilux, por outro lado, emplaca em média 1.400 veículos mensalmente, portanto, se espelharmos as vendas da Ranger, teríamos algo como mil unidades da Everest vendidas por mês.

Com esses números dá até para acreditar que a lenda irá se tornar realidade. 

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