Poucas palavras para expressar uma das piores seleções brasileiras de todos os tempos. Nem o time de 1990, quando o técnico era Sebastião Lazaroni eliminado nas oitavas de final, na ocasião perdeu para a Argentina pelo placar de 1 a 0, com gol marcado por Claudio Caniggia após jogada de Diego Maradona era tão ruim como a atual.
O jogo deste domingo (5-6-26) contra a Noruega foi uma demonstração de que o técnico Carlos Ancelotti nunca foi na seleção brasileira o mesmo treinador das épocas do Real Madrid. Na primeira fase da Copa do Mundo, trouxe para o campo uma seleção sem brilho, sem vontade, dormindo em campo, jogadores sem vontade alguma de conquistar alguma coisa, medíocres.
Alguns jogadores se destacam pelo péssimo desserviço ao vestir a camisa verde e amarela, como Vinicius Jr. Um jogador que errou muito, mesmo fazendo os míseros três gols na Copa 2026. Infelizmente ainda no país, existem comentaristas esportivos que gostam de endeusar figuras catastróficas como o próprio Vinicius, Casemiro (coitado – dormiu em campo), Matheus Cunha (andava em campo), Gabriel Martinelli (horrível) e tantos outros execráveis convocados pelo horrível treinador Ancelotti.
A derrota para a Noruega traz a reflexão de que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), precisa começar a valorizar técnicos brasileiros, jogadores da terra, gente que honra a camisa canarinho que não ficam em campo esperando o tempo passar sem jogar, sem lutar, sem vontade.
É hora de repensar no futuro, pois no futebol, ninguém mais respeita o Brasil.