FAB inicia combate a incêndios no Amazonas com avião capaz de lançar 12 mil de litros de água em 7 segundos

O KC-390 Millennium participa da operação da FAB para combater os incêndios no AmazonasFoto: FAB/Reprodução/ND Mais

A FAB (Força Aérea Brasileira) realizou na manhã dessa segunda-feira (12) a primeira missão de combate aos incêndios no Amazonas com o KC-390 Millennium. Outras duas decolagens estavam previstas para o mesmo dia, dentro de um planejamento que prevê, em média, três missões diárias.

Duas aeronaves desse modelo pousaram na Base Aérea de Manaus. Uma delas leva o Sistema Modular Aerotransportado de Combate a Incêndios, usado para lançar água, a outra transporta equipamentos e suprimentos.

Sistema permite lançar milhates de jatos d’água

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    O sistema MAFFS é instalado no interior do KC-390 e permite o lançamento de até 12 mil litros de água - FAB/Reprodução/ND Mais

    O sistema MAFFS é instalado no interior do KC-390 e permite o lançamento de até 12 mil litros de água – FAB/Reprodução/ND Mais

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    A operação da FAB prevê, em média, três missões diárias de combate aos incêndios no estado - FAB/Reprodução/ND Mais

    A operação da FAB prevê, em média, três missões diárias de combate aos incêndios no estado – FAB/Reprodução/ND Mais

Instalado no interior do KC-390, o sistema permite transportar milhares de litros de água ou produtos que possam conter as chamas. O lançamento ocorre por uma abertura na parte traseira do avião, durante sobrevoos em baixa altitude, para atingir áreas críticas.

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O comandante do Esquadrão Zeus, tenente-coronel aviador Daniel Souza, apresenta detalhes da primeira missão, explica o funcionamento do sistema e aborda os desafios da operação. O material divulgado também mostra a aeronave em solo, a instalação do equipamento, o abastecimento dos reservatórios e a decolagem.

Fumaça e condições meteorológicas afetam os voos

A operação integra uma força-tarefa do governo federal com 11 aviões, incluindo modelos Air Tractor, especializados em pulverização hídrica. Estas aeronaves saem de Manaus para sobrevoar áreas afetadas e conter o avanço das chamas.

A densa fumaça das queimadas e as condições meteorológicas já provocaram atrasos e paralisações de decolagens por falta de teto operacional, condição que limita a realização segura dos voos.