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Emirados Árabes rebatem Irã sobre Estreito de Ormuz: “Nunca foi propriedade deles” – Gazeta Brasil

O ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos, Sultan Al Jaber, afirmou neste domingo (12) que o Estreito de Ormuz não pertence ao Irã e, portanto, não pode ser fechado ou ter sua navegação restringida unilateralmente pelo país.

Em publicação nas redes sociais, Al Jaber destacou que qualquer tentativa de bloqueio da rota marítima representa uma ameaça global. Segundo ele, a medida não seria apenas um problema regional, mas sim uma interrupção de uma “artéria econômica vital”, com impacto direto na segurança energética, alimentar e até sanitária em escala mundial. “Esse comportamento é ilegal, perigoso e inaceitável”, afirmou o ministro.

A declaração ocorre em meio à escalada de tensões na região, intensificada após o início do conflito envolvendo Estados Unidos e Irã no fim de fevereiro. De acordo com Al Jaber, desde o início das hostilidades ao menos 22 embarcações foram atacadas, dez tripulantes morreram e cerca de 20 mil marinheiros permanecem sem condições seguras de navegação. Além disso, aproximadamente 800 navios comerciais estariam retidos, incluindo quase 400 petroleiros.

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No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende assumir o controle do Estreito de Ormuz “com efeito imediato”, após o fracasso das negociações com o Irã realizadas no Paquistão.

Paralelamente, a Arábia Saudita informou que conseguiu reparar os danos causados por ataques iranianos ao oleoduto Leste-Oeste, que atravessa a península arábica sem depender do estreito. Segundo o Ministério da Energia saudita, o sistema já está pronto para retomar a capacidade total de bombeamento, estimada em cerca de 7 milhões de barris por dia.

A estatal Saudi Aramco também informou que a produção em campos como Manifa começa a ser normalizada, enquanto outras áreas ainda passam por reparos. As autoridades sauditas destacaram que a rápida recuperação demonstra a capacidade operacional do país em lidar com crises e garantir o fornecimento ao mercado global.

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O Estreito de Ormuz é considerado uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás. Qualquer interrupção no fluxo de navios pela região tem impacto imediato nos preços internacionais de energia e na estabilidade econômica global.

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