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Editorial: Gestão fiscal responsável | ND Mais

Por meio do programa Compras SC, implantado há um ano, o governo do Estado economizou mais de R$ 600 milhões em processos homologados, crescimento de 563% nas compras centralizadas totalizando R$ 3,1 bilhões e 35% de redução no tempo do processo licitatório. Com planejamento e redução de custos, o programa concentra em um só setor compras e licitações de diversas pastas e setores do Estado.

As compras realizadas pelo Poder Público são essenciais para o funcionamento da administração pública e para a prestação de serviços à população.

Seja na aquisição de bens, serviços ou obras, a gestão eficiente dos recursos públicos deve ser uma prioridade, considerando que o dinheiro investido provém da sociedade e deve ser utilizado de maneira ética, responsável e transparente.

A austeridade não significa simplesmente cortar gastos indiscriminadamente, mas sim garantir que cada recurso seja aplicado de forma criteriosa e eficiente. Isso requer um planejamento adequado, a análise de necessidades reais e a busca por soluções que proporcionem o melhor custo-benefício.

Evitar desperdícios e superfaturamentos não é apenas uma obrigação legal dos governantes, mas também um compromisso moral com os cidadãos que financiam o Estado por meio de impostos.

O controle é um dos pilares fundamentais para evitar desvios e má gestão. Ferramentas como auditorias, controle interno e externo, e sistemas de transparência são indispensáveis para prevenir irregularidades. Além disso, a ampliação do uso da tecnologia, como plataformas digitais para licitações e contratos, aumenta a eficiência, reduz custos e dificulta práticas corruptas.

Quando há fiscalização efetiva e normas claras, o risco de superfaturamento diminui consideravelmente, fortalecendo a confiança na administração pública.

O equilíbrio fiscal é outro ponto crucial. Um governo que gasta mais do que arrecada compromete sua capacidade de investimento e o desenvolvimento socioeconômico.

Uma gestão fiscal responsável, que inclui a contenção de despesas desnecessárias e o aumento da eficiência das compras públicas, assegura que os recursos disponíveis sejam direcionados para áreas prioritárias, como Saúde, Educação e Infraestrutura.

A gestão das compras públicas deve ser orientada por princípios como economicidade, eficiência e legalidade. É essencial que os gestores públicos estejam capacitados e comprometidos com boas práticas administrativas, agindo com transparência e sempre buscando o melhor interesse público. Mais uma vez, Santa Catarina dá exemplo para o país.

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