Durante os últimos sete anos, a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) foi conduzida com visão, coragem e responsabilidade por Mario Cezar de Aguiar.
Mais do que presidir uma entidade, ele liderou uma transformação. Em tempos desafiadores, inclusive durante a pandemia, foi proativo ao lado de vice-presidentes e diretores, atuando com firmeza não só nas demandas industriais, mas também no debate público, com foco em políticas de Estado.
A Fiesc sob Mario Cezar ampliou o seu papel institucional e ganhou leveza. Perdeu o peso da burocracia e ganhou relevância estratégica, social e econômica.
A entidade ampliou o diálogo com os poderes, com a imprensa e com a sociedade civil. Sua gestão criou propostas, lançou manifestos, articulou com os governos estadual e federal, e mobilizou a opinião pública em campanhas de interesse coletivo.
Realizou um trabalho com transparência, com investimento na comunicação, com campanhas de interesse público com posicionamentos a favor dos catarinenses, sempre dando voz aos empresários de forma equilibrada e consistente.
A entidade encabeçou a campanha “BR-101 – SC não pode parar”, movimento de grande repercussão em favor da ampliação da rodovia em parceria com o Grupo ND.
Sob seu comando, a entidade investiu mais de R$ 1,5 bilhão, com ênfase em educação profissional, saúde corporativa, inovação e infraestrutura logística — pilares para uma indústria forte e sustentável. A Fiesc deixou de ser apenas uma voz da indústria para tornar-se também agente de transformação social.
Durante a pandemia, liderou ações que permitiram à indústria manter suas atividades em segurança. Foram anos de aproximação com a base industrial e também com o futuro: o número de empresas exportadoras cresceu mais de 47%, o ensino profissional foi expandido e Santa Catarina se tornou referência em inovação com o lançamento do primeiro nanossatélite da indústria brasileira, desenvolvido com participação do Senai/SC.
Mario Cezar de Aguiar encerra sua missão, certamente com o sentimento de dever cumprido. Deixa um legado de leveza institucional, modernidade e escuta ativa, guiado por um compromisso permanente com o desenvolvimento. A Fiesc ganhou, Santa Catarina avançou, e a indústria catarinense passou a olhar mais longe, com responsabilidade e coragem.