Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Editorial: Acidentes, conscientização e cumprimento das leis

A informação de que nove postes são atingidos em Santa Catarina todos os dias, levantamento da Celesc apresentado em reportagem pelo jornal ND nesta semana, é estarrecedora. Somente no ano passado, 3.206 postes precisaram de troca ou manutenção por causa de acidentes com veículos.

Igualmente chocantes são as notícias diárias de acidentes graves que deixam carros destruídos, interferem no bom funcionamento das ruas e rodovias dentro e fora da cidade, geram custos para os governos – tanto em questões de saúde, com as internações hospitalares -, quanto em relação à infraestrutura. Mas o mais importante: ceifam vidas.

Em Santa Catarina, a imprudência no trânsito é responsável por cerca de 90% dos acidentes. Ultrapassagens perigosas, excesso de velocidade, uso de celular ao volante e consumo de álcool antes de dirigir são os principais fatores associados a esses sinistros. Os dados são alarmantes.

Para se ter uma ideia, o Estado está entre as dez federações com o maior número de acidentes no país, com uma média de 540 mortes nas rodovias federais todos os anos.

Além disso, tem a maior taxa de internação hospitalar na região Sul do país: 104,8 casos por 100 mil habitantes, enquanto no Paraná são 91,1 casos, e no Rio Grande do Sul, 36,06 casos por mil habitantes.

Esses números ressaltam a necessidade urgente de medidas eficazes para a redução dos índices de acidentes e suas consequências no Estado. A conscientização dos motoristas é crucial para a segurança no trânsito e para a redução de acidentes.

Se os limites de velocidade, a não utilização do telefone celular enquanto dirige, o uso de cinto de segurança ou a Lei Seca, por exemplo, fossem seguidos, certamente as estatísticas seriam mais favoráveis. Isso inclui também a proteção de pedestres e ciclistas. Eles também precisam cumprir as leis e devem ser respeitados.

Assim como é essencial a fiscalização por parte das polícias para a punição de quem não cumpre, é de extrema importância seguir com campanhas educativas e programas de conscientização no trânsito em prol de uma convivência mais tranquila e respeitosa que vai contribuir para a fluidez e a segurança das vidas.

Mais do que aliviar o sistema de saúde e a economia de recursos públicos e privados, a redução de acidentes vai preservar a vida de quem a gente ama. Mas para isso, cada um precisa fazer a sua parte.

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Pressão Alta: um a cada quatro adultos no Brasil convive com a condição

A hipertensão arterial, ou pressão alta,​ ​pode​ não ​apresentar​ si​ntomas​ evidentes em seus estágios iniciais,…

“O problema da igreja não é influência, é caráter”, diz pastor sobre integridade de líderes

O pastor Marcos Madaleno afirmou que para a Igreja alcançar a nova geração é necessário…

PSG vira sobre Bayern em jogaço de 9 gols e larga em vantagem na Champions

(UOL/FOLHAPRESS) – Em um jogo frenético, o PSG virou sobre o Bayern de Munique, aguentou…