Um dia após a notícia de que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome, conforme o relatório produzido e divulgado pela FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), abaixo do patamar de 2,5% da população sob risco de subnutrição ou falta de acesso à alimentação suficiente, outra ótima notícia foi anunciada por Santa Catarina: o Estado tem o menor índice de insegurança alimentar do país, com 3,5% das famílias cadastradas no CadÚnico sob risco grave. Das 295.459 famílias inscritas no programa, 10.252 ainda estão em risco de insegurança alimentar grave.
As duas conquistas são reflexo do trabalho dos governos federal e estadual na busca pela qualidade de vida do cidadão brasileiro ao priorizarem a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar e o acesso à alimentação saudável nas escolas.
Afinal, um país referência em agricultura e líder global em agronegócio – maior exportador de soja, café, suco de laranja, açúcar, carne bovina e de frango, e segundo maior produtor mundial de carne bovina e frango – não poderia deixar seu povo passar necessidade.
A fome não se limita apenas ao estômago vazio. Ela tem impactos profundos e duradouros no desenvolvimento pessoal e profissional do indivíduo, pois afeta diretamente o corpo, a mente as oportunidades de vida.
A falta de nutrientes essenciais compromete o crescimento físico, a imunidade, a energia e o funcionamento do cérebro, e em crianças e adolescentes pode dificultar o aprendizado, a memória e a atenção, o que compromete o desenvolvimento intelectual e limita o potencial.
Além disso, viver em situação de insegurança alimentar afeta diretamente o bem-estar emocional das pessoas e suas relações sociais. É claro que ainda há desafios pela frente.
Mas notícias como voltar a sair do Mapa da Fome e ser o Estado com o menor índice de insegurança alimentar do país são duas das grandes informações que gostaríamos de publicar diariamente. Combater a fome é essencial para garantir que todos tenham condições reais de se desenvolver, estudar, trabalhar e construir uma vida digna.