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Desemprego é o menor da série histórica em 14 estados

Em meio a um mercado de trabalho aquecido, a taxa média anual de desemprego recuou ao piso da série histórica em 14 das 27 unidades da Federação em 2024, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na média nacional, a taxa anual de desemprego recuou 1,2 ponto porcentual em um ano, passando de 7,8% em 2023 para 6,6% em 2024. A tendência de queda foi acompanhada por 25 unidades da Federação.

Diversificação de setores

A queda disseminada da taxa de desemprego no país reflete a diversificação da expansão da ocupação ao longo de 2024, registrada em diversas atividades econômicas, como comércio, indústria, transporte e logística e construção, justificou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa do IBGE.

“De modo geral, as regiões reproduzem o que acontece no cenário nacional”, apontou.

As 14 unidades da Federação com taxa anual de desocupação no piso histórico foram:

  • Rio Grande do Norte (8,5%);
  • Amazonas (8,4%);
  • Amapá (8,3%);
  • Alagoas (7,6%);
  • Maranhão (7,1%);
  • Ceará (7,0%);
  • Acre (6,4%);
  • São Paulo (6,2%);
  • Tocantins (5,5%);
  • Minas Gerais (5,0%);
  • Espírito Santo (3,9%);
  • Mato Grosso do Sul (3,9%);
  • Santa Catarina (2,9%); e
  • Mato Grosso (2,6%)

As maiores taxas médias de 2024 foram registradas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%), enquanto as menores ficaram com Mato Grosso (2,6%), Santa Catarina (2,9%) e Rondônia (3,3%).

Renda mensal dos trabalhadores

mãos segurando notas de cinquenta reais auxílio emergencial renda mínima crédito
Foto: Agência Brasil

A renda média real mensal habitual auferida pelos trabalhadores brasileiros em 2024 alcançou um ápice histórico de R$ 3.225 em 2024, impulsionada por recordes em 13 unidades da Federação.

Os maiores rendimentos médios foram vistos no Distrito Federal (R$ 5.043), São Paulo (R$ 3.907) e Paraná (R$ 3.758), enquanto os menores ocorreram no Maranhão (R$ 2.049), Ceará (R$ 2.071) e Bahia (R$ 2.165).

Contrariando uma tendência sazonal de recuo, houve aumento na taxa de desocupação no período em 12 unidades da Federação, porém, com variação considerada estatisticamente estável, ou seja, dentro do intervalo da margem de erro da pesquisa.

Nenhum estado, incluindo o Distrito Federal, teve elevação estatisticamente significativa na taxa de desemprego, segundo o IBGE.

Na média nacional, a taxa de desemprego caiu de 6,4% no terceiro trimestre de 2024 para 6,2% no último trimestre do ano. Em São Paulo, esse índice passou de 6,0% para 5,9% no período.

Os recuos na taxa de desocupação para além da margem de erro ocorreram no Paraná (0,7 ponto porcentual), Minas Gerais (0,7 ponto porcentual) e Rio Grande do Sul (0,6 ponto porcentual).

No quarto trimestre de 2024, as maiores taxas de desocupação foram as de Pernambuco (10,2%), Bahia (9,9%) e Distrito Federal (9,1%), enquanto as menores ocorreram em Mato Grosso (2,5%), Santa Catarina (2,7%) e Rondônia (2,8%).

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