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Católicos e evangélicos somam 75% de fiéis em Mogi das Cruzes

Os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censo 2022, traz dados surpreendentes sobre o crescimento de algumas religiões no país. Os católicos, por exemplo, seguem em queda; já os evangélicos e os sem religião crescem no Brasil.

O levantamento aponta que cidades, como Mogi das Cruzes, fica claro, a ascensão dos evangélicos por todo os cantos, principalmente em distritos como Braz Cubas, César de Souza, Jundiapeba, Taiaçupeba, Biritiba Ussu e Quatinga onde pode-se notar essa imensa quantidade de fiéis.

O IBGE apontou que na cidade mogiana ainda predomina o catolicismo com 42,77% daqueles que disseram ser seguidores, já os evangélicos subiram: já são 32,27% em todo o território mogiano, caindo em 10% apenas a diferença entre as duas religiões cristãs. Também houve crescimento da religião de matriz africana que agora soma 2,23%, já os espíritas apresentaram 3,36%.

Na pesquisa feita pelo Instituto, também foi registrado que 8,32% disseram que são de outras religiões e 10,92% apontaram que não pertencem a nenhuma religião.

O que muda?
Com este crescimento de evangélicos em Mogi das Cruzes (32,27%), autoridades (prefeito e vereadores) precisam começar a ver com outros olhos esse nicho de mercado e de público de fé.

Por exemplo, sempre no aniversário da cidade, costuma-se convidar artistas (cantores) de música secular, dificilmente de cantores gospel, um grande erro que precisa ser corrigido. Caso tenha uma programação festiva com cantores renomados, seria de suma importância colocar na programação também cantores gospel, além, é claro, de dar tamanha importância para eventos como “Marcha Para Jesus” que movimentam milhões de cristãos evangélicos por todo o país. É importante também relatar que Mogi deixou de ser uma cidade católica, como se dizia muito nos anos 80.

Essa queda de fiéis resulta em novos tempos e perspectivas sobre o futuro da cidade e também da política.

Organização
Por um bom tempo a Marcha Para Jesus foi organizada ou desorganizada por uma liderança eclesiástica que não era bem aceita entre os fiéis, ocasionando queda nos eventos.

Com a nova gestão em Mogi, seria importante debater juntos projetos pautados entre lideranças que conheçam a real situação das diversas igrejas pentecostais, neo-pentecostais e tradicionais do município, haja vista, que estamos vivendo em outros tempos.

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