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Caoa Chery Tiggo 7: 5 razões para comprar e 5 para fugir do SUV médio

O Caoa Chery Tiggo 7 é um daqueles SUVs que encanta logo no primeiro olhar. Seu estilo ímpar e atualizado com as últimas tendências nos faz perceber que a indústria automobilística chinesa amadureceu. Com o seu SUV médio, a história começou no início de 2019.

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Da fábrica da Caoa em Anápolis (GO) saíram as duas versões, T e TXS. Bem equipadas e com espaço de Jeep Compass, seja qual fosse a versão, a motorização era a mesma do 5x, o 1.5 turboflex de até 150 cv de potência e 21,4 kgfm de torque, sempre com câmbio de seis marchas e dupla embreagem (DCT).

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Em 2021, o Caoa Chery Tiggo 7 ganhou nova geração e passou a se chamar Pro. Além de mais moderno, espaçoso e esportivo, passou a contar com o conjunto mecânico do Tiggo 8, no caso o 1.6 turbo de 187 cv e 28 kgfm e pelo câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas.

No entanto, no ano seguinte veio a híbrida leve que combinava o propulsor 1.5 turbo a gasolina de 147 cv a um outro elétrico de 48V, que substitui o alternador. Com isso, a potência combinada era de até 170 cv.

Na linha 2023, surgia a Pro Max Driver, que trazia como principal novidade o pacote mais completo de segurança e assistência ao motorista. Entre os destaques, havia o piloto automático adaptativo (ACC), que trazia assistente de congestionamento e alerta de colisão frontal como destaques.  

Para 2024, a novidade ficou por conta da chegada da versão de entrada Sport, mas para este ano de 2025, o Tiggo 7 finalmente ganhou a versão híbrida plug-in, que vinha importada da China. Chamada de Tiggo 7 PRO PHEV, ela trouxe o mesmo conjunto motriz do Tiggo 8 PHEV, o qual também passou por atualizações.

Trata-se do 1.5 turbo a combustão aliado a dois motores elétricos que entregavam juntos 317 cv de potência e 56,6 kgfm de torque. A transmissão era do tipo automática com 3 relações físicas e simulação de 11 marchas.

Com alguns pontos fortes e fracos da família Tiggo 7 2025, confira a seguir cinco de cada um e veja se vale a pena seguir adiante com a compra do SUV médio.

5 RAZÕES PARA COMPRAR

1 – DESIGN

O Tiggo 7 traz um visual bem acertado e agressivo. Comparado aos rivais Omoda Jaecoo 7, Jeep Compass e Ford Territory, o representante da Caoa Chery parece bem mais moderno. A linha de cintura que, a partir da coluna C, estreita junto à D, dá a sensação de movimento, remetendo à esportividade.

2 – VERSATILIDADE

Caoa Chery Tiggo 7 tem bom espaço interno e bancos confortáveis entre os principais destaques
 Imagem: Divulgação



Por agregar economia, conforto, bom espaço interno e porta-malas generoso, o Tiggo 7, seja qual for uma das quatro versões disponíveis (duas a combustão e duas híbridas), é muito versátil. Ou seja, pode ser usado tanto no dia a dia, no trabalho, ou mesmo num passeio com a família.

3 – MOTORES A COMBUSTÃO

O Tiggo 7 é vendido em duas versões a combustão: Sport e Pro Max Drive. Na primeira, há o motor 1.5 TURBO TCI Flex de até 150 cv e 21,4 kgfm de torque associado ao câmbio automático CVT de 9 velocidades simuladas. A segunda traz o 1.6 TURBO GDI de 187 cv e 28 kgfm e câmbio automático DCT, de 7 marchas, com dupla embreagem (DCT) e alavanca do tipo joystick com modo manual.

4 – MOTORES ELÉTRICOS

Na ala dos eletrificados, a Pro Hybrid Max Drive e a Pro Plug-in Hybrid. O primeiro traz o 1.5 turbo flex TCI conectado ao sistema elétrico 48V que, juntos, garantem a potência de até 160 cv e torque de 25,5 kgfm, graças à ajuda da transmissão automática CVT (9 marchas simuladas) e câmbio joystick com modo manual. 

Por fim, a segunda eletrificada, a única a vir importada da China, está equipada com 1.5 turbo a gasolina e mais dois elétricos que entregam a potência de 317 cv e 56,6 kgfm de torque. 

5 – PREÇO

Caoa Chery Tiggo 7 PHEV 2025
Caoa Chery Tiggo 7 pode ser encontrado a partir de R$ 140 mil na versão mais em conta
 Imagem: Divulgação

O Caoa Chery Tiggo 7 custa a partir de R$ 140 mil. Tendo em vista todas as qualidades, como bom nível de equipamentos, conforto, espaço interno, porta-malas, economia de combustível e versatilidade, fica fácil optar pelo modelo da marca chinesa. Não que os rivais Toyota Corolla Cross e Jeep Compass não ofereçam tudo isso, mas vão SUVs médios que custam a partir de R$ 183 mil e R$ 170 mil.

5 RAZÕES PARA NÃO COMPRAR

1 – DEPRECIAÇÃO

Quem pensa em ter um carro de marca chinesa precisa estar ciente quanto à depreciação, que é maior em relação a outras marcas. Some isso ao preço do seguro e outras despesas como impostos e manutenções e veja se faz sentido para você continuar a querer investir no Tiggo 7.

2 – CONEXÃO 

Caoa Chery Tiggo 7 PHEV 2025
Caoa Chery Tiggo 7 tem central multimída com tela de 10,25 polegadas e sensível ao toque
 Imagem: Divulgação

A versão mais simples do Tiggo 7, a Sport, já vem bem equipada, mas bem que a central multimídia de 10,25” com controle do ar-condicionado, câmera de ré e funções do veículo poderia trazer também pareamento com Android Auto e Apple Carplay sem fio. É um detalhe que os concorrentes já têm em todas as versões.

3 – CONSUMO COM ETANOL

Não é difícil ver grande parte dos donos da versão Sport reclamarem que fazem apenas 5 ou, no máximo, 6 km/l de etanol na cidade, de acordo com dados do Inmetro. A maioria dos casos é de proprietários que rodam nas cidades das principais capitais do país.

4 – FALTA DE CARREGAMENTO RÁPIDO

Caoa Chery Tiggo 7 PHEV 2025
Caoa Chery Tiggo 7 plug-in não pode receber carga rápida, apenas lenta que leva três horas no carregador wallbox
 Imagem: Divulgação



O Caoa Chery Tiggo 7 Pro PHEV não oferece carregamento rápido em corrente contínua (DC). Esta versão híbrida é alimentada com a ajuda de uma bateria de 19,3 kWh, a qual suporta carregador de parede (AC) de 7 kW. O problema é o tempo de carga completa, em torno de seis horas (tomada doméstica de 220V) ou 3 horas em carregadores de parede (Wallbox).

5 – FALTA DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO

Mesmo nas versões produzidas no Brasil, há inúmeras peças que não estão no estoque das concessionárias, deixando muitos donos irritados. Um deles, por exemplo, fez uma reclamação no site Reclame Aqui dizendo que, ao dar entrada para a troca do vidro da porta traseira do lado direito em uma autorizada da marca, não havia a peça à pronta-entrega.

Em nota, a empresa disse que tentou contato, mas sem sucesso. Seja como for, é bom ficar atento quanto a este detalhe.

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